>Carta Maior defende o caudilho da Venezuela. É tudo culpa "duzamericanu".

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Sabem aquela tal agência Carta Maior? É uma espécie de politburo dos “intelequituais”. Para que se tenha uma idéia, é lá que o escrevinhador Emir Sader consegue espaço para destilar suas presepadas ideológicas.
A seguir transcrevo trechos de um texto publicado hoje naquele portal, sempre permeados por comentários meus, em negrito. Os erros gramaticais e, principalmente, os ideológicos foram mantidos exatamente como nos originais.

Bom divertimento.

Venezuela: remar contra a corrente, por Luis Hernández Navarro
Hugo Chávez não pode ganhar a prova de força pela décima-primeira vez consecutiva. Seu projeto de reforma constitucional foi derrotado nas urnas. Alcançou 49,29% dos votos. Muito aquém do apoio que teve quando foi eleito presidente com 63% dos sufrágios, ou quando do referendo sobre a continuidade de seu mandato, quando conseguiu 59%.
Aqueles que acusavam o mandatário de ditador e de tirano tiveram todas as garantias para fazer campanha contra a reforma constitucional.
Opa! Primeiro parágrafo é já peguei o esquerdopata na mentira! Isso que é diversão! Como assim “tiveram todas as garantias para fazer campanha contra”? A quem ele quer enganar? Será que ele não viu a polícia atirando contra os estudantes? Será que não viu aquele deputado chavista de arma na mão na porta de uma universidade? De que buraco saiu esse espécime?

(…) O presidente aceitou sua derrota sem hesitação e com rapidez.
Ahá! Já está mentindo de novo, o idiota! Aceitou a derrota sem hesitação? Como assim?! Será que isso aconteceu quando ele disse que a “oposição de merda teve uma vitória de merda”? Ou foi quando falou que sua proposta seria apresentada no futuro? Ou será que foi quando disse que poderia, por decreto, implementar algumas das medidas rejeitadas pelo povo? Isso não é aceitar a derrota.

A proposta de reforma constitucional enfrentou uma campanha suja de desprestígio. Os Estados Unidos se envolveram ativamente no apoio à oposição.
Viram só? É tudo culpa “duzamericanu”. É uma gente ridícula mesmo.

(…) Também alimentaram o voto negativo a falta de clareza sobre o que se entende por socialismo do século XXI e a convicção de que ao socialismo não se chega por decreto ou por meio de uma reforma legal. Segundo Margarita López Maya, uma das grandes fragilidades da rewforma foi “colocar que vamos a um socialismo que não se definiu. Se não houve um debate entre os venezuelanos sobre o que se entende por socialismo do século XXI, pór que temos que de modo tão apressado introduzi-lo na Carta Magna?”
Mas ora vejam só… O problema então foi definir qual modelo de socialismo? Então relaxemos, pois essa reforma não sairá nunca. Gente mais inteligente que esses idiotas já tentou fazer isso antes, sem sucesso.

O mal estar entre alguns setores de esquerda com a formação do Partido Socialista Unificado da Venezuela (PSUV) e a dissolução de suas organizações é parte do desencanto com o chavismo por parte de antigos seguidores. Ainda assim, criticou-se o projeto porque ameaçava desmantelar organizações populares autônomas, convertendo-as em parte do Estado.
Correto, essas críticas realmente aconteceram. Mas quem as fez pertence à oposição, seu mentiroso! Os pelegos do Chávez, os bolivarianinhos, esses estão pouco se lixando para o controle do Estado sobre a sociedade e suas organização. Bolchevistas que são, sabem que isso é parte do plano deles!

(…) Há um colapso dos partidos e das classes políticas tradicionais e uma mudança de elites. A combinação de protestos populares e de votações abriu uma etapa inédita de transformações sociais.
Realmente houve mudança nas elites tradicionais. Agora, a elite política é formada pela “burguesia do capital alheio”.

(…) No caso venezuelano a reforma derrotada era parte de uma ofensiva apoiada por um crescimento econômico sustentável sem precedentes, pela redistribuição da renda derivada do petróleo em favor dos setores mais pobres, e pela passagem ao primeiro plano político dos setores populares.
Será que alguém cai nessa conversa mole? O crescimento do PIB da Venezuela é alto? De que adianta se a inflação é maior?

Segundo a última pesquisa do Latinobarômetro, 52% dos venezuelanos pensam que a situação econômica está muito boa ou boa; no ano passado, eram 43%. Não falta otimismo nesta nação. A mesma pesquisa estima que 61% dos venezuelanos aprovam Hugo Chávez, 66% têm confiança no governo. A Venezuela é o segundo país na região em que a população está mais satisfeita com a democracia.
Latino o quê?! Será mesmo possível confiar em pesquisas e análises feitas por um órgão com esse nome?

A derrota do governo no referendo de 2 de dezembro não implica que a direita deixará de remar contra a corrente. A Venezuela está com o mesmo presidente, que permanecerá no cargo por mais cinco anos, e com o mesmo quadro legal e o mesmo tecido popular. Não se formou uma nova maioria. Neste sentido, ao perder, Hugo Chávez saiu ganhando.
Essa foi ótima! Quem perde, perde. Ponto final. Não tem essa de perde e ganha ao mesmo tempo. Daqui a pouco vão aparecer símios dizendo que Chávez perdeu de propósito o referendo.

Claro que para entender o que se passa na cabeça dessa gente é preciso primeiro conhecê-los melhor. Essa tal Luis Hernández Navarro não é flor que se cheire. O cara se define como simpatizante do Sendero Luminoso e das FARC. Decididamente não seria bem vindo na minha casa. Por que levar em consideração o que diz alguém que defende assassinos, traficantes, seqüestradores, estupradores? É incrível que só aparece esse tipo de gente para defender o pensamento ideológico pútrido desse tal “socialismo do século XXI”.

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