>Guerra contra o terror, 2: Equador escolhe o lado dos bandidos.

>Notícia do Estadão on-line:

O Governo colombiano pediu neste domingo, 2, desculpas ao Equador pela incursão na “zona de fronteira” de helicópteros e militares colombianos para verificar o que aconteceu na operação que terminou com a morte de “Raúl Reyes”, porta-voz internacional e número dois das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). Minutos depois, o presidente equatoriano, Rafael Correa, anunciou a “expulsão imediata” do embaixador da Colômbia em Quito.
(…) “O Governo da República da Colômbia deseja apresentar ao Governo da República do Equador suas desculpas pela ação que se viu obrigado a antecipar na zona de fronteira” (…)
“O Governo colombiano nunca teve a pretensão ou a disposição de desrespeitar, vulnerar a soberania ou a integridade da irmã República do Equador (…)
Assegura o documento que na “ação” os militares colombianos recuperaram o corpo de Luis Edgar Devia, verdadeiro nome de “Raúl Reyes”, do comando das Farc, três computadores, documentos e correspondência do “terrorista”.
(…) Segundo o documento colombiano, com informações da inteligência, foi preparada “uma operação para atacar um lugar em território colombiano” onde estavam ‘Reyes’ e outros guerrilheiros das Farc.
(…) O Governo colombiano disse que perante a situação “foi indispensável que as tropas colombianas entrassem no território equatoriano para verificar o lugar de onde receberam disparos e ao qual atacaram”.
Ainda segundo o comunicado, os militares levaram os corpos de “Reyes” e outros rebeldes para o território colombiano para “evitar que a guerrilha os pegasse, cumprindo uma prática que costuma realizar, para acusar nossas forças de execuções extrajudiciais”.
(…) O Governo colombiano se comprometeu a indenizar os cidadãos equatorianos que possam ter sido afetados pelos ataques.
(…) Em resposta ao ataque colombiano, o presidente do Equador, Rafael Correa, anunciou a expulsão imediata do embaixador colombiano em Quito, Carlos Holguín, e o envio de tropas na fronteira com esse país.
(…) A decisão de Correa foi tomada horas depois de o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, ter ordenado o envio de dez batalhões militares na fronteira do país com a Colômbia e o fechamento da embaixada venezuelana em Bogotá, acusando Bogotá de pôr a América do Sul à beira da guerra. “Nós não queremos guerra, mas não permitiremos que o império americano nem seu cachorro, o presidente (colombiano Álvaro) Uribe, nos divida”, disse. “Se a Colômbia fizer o mesmo na Venezuela, responderei enviando alguns Sukhois”, disse, referindo a aviões de guerra comprados recentemente da Rússia.

A situação na América Latina envolvendo as FARC é simples: há um grupo de assassinos, terroristas e traficantes de droga que opera à margem da lei e espalha a anarquia e o caos dentro da Colômbia. Esses bandoleiros que se dizem de esquerda são apenas escravos de um comunismo barato e ralé que nada mais tem de ideológico. Hoje, a tal “resistência contra o neoliberalismo” nada mais é que um manto para abrigar a escória da humanidade.

Diante de tal situação há aqueles que respeitam a democracia e seu sistema de liberdades e decidem enfrentar os bandidos, sem negociar e de forma dura e implacável. Essa é a única escolha correta. Não há possibilidade de saída negociada com a canalha. Qual a pauta? O que eles reivindicam? Onde fica a sede? Qual o CNPJ? Nada! São apenas uma quadrilha de traficantes baratos que tenta posar de defensores “dozoprimido”. Está correto Uribe e a Colômbia ao escolher o enfrentamento para defender a democracia.

Há, porém, aqueles que decidem ficar ao lado da corja e defender uma gentalha que estupra, mata e trafica droga. Rafael Correa e Hugo Chávez são um ótimo exemplo disso. A eles se pode somar o índio boliviano e certas eminências pardas do governo brasileiro, como Marco Aurélio Garcia. Esses acusam o governo democrático e atacado da Colômbia e se colocam de prontidão para defender os interesses dos bandidos. Escolheram o lado do crime e o demonstram agora sem nenhum pudor. Por que fazem isso? Não é segredo: todos se banham na mesma pocilga ideológica composta pelos dejetos do marxismo.

Fico imaginando o medo de Uribe diante da ameaça dos avioezinhos de Chávez. Há, há, há! Será que o caudilho vai querer competir com os caças top-gun dos EUA? Sim, final o governo americano não vai ficar assistindo um seu aliado ser acuado, não é?

Minha sentença para Correa e Chávez e simples e direta: quem se mistura com vagabundo é vagabundo também.

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