>A nojenta orgia de quem vive às custas do povo.

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Reinaldo Azevedo acertou na mosca: a imagem ao lado é o novo símbolo do sindicalismo brasileiro. A “burguesia do capital alheio” se criou na lama da pocilga, em simbiose com as teses nojentas e assassinas do marxismo. Falavam em revolução, derrubada do capitalismo e ditadura do proletariado. Na época, o símbolo deles era a estrela vermelha. Não fizeram nada daquilo. Se conformaram em ocupar a máquina pública e sugar o maior número possível de recursos.

Ontem, as centrais sindicais promoveram o achincalhamento do Estado de Direito. Vejam a notícia abaixo (íntegra aqui):

As centrais sindicais organizaram um coquetel no Salão Negro do Congresso nessa quarta-feira (9) para aos parlamentares a aprovação de projeto de lei que destina às centrais 10% dos recursos arrecadados com a contribuição sindical. A expectativa é que as centrais recebam cerca de R$ 100 milhões por ano.
Parlamentares de todos os matizes políticos passaram pela festa: desde os presidentes da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), e do Congresso, senador Garibaldi Alves (PMDB-RN), até o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, que prestigiou os sindicalistas.
“Eu não pago contribuição social. Não sou celetista. Não sou sindicalizado”, desconversou Lupi, que preferiu não comentar os gastos da festa promovida pelas entidades, que serviram uísque e vinho. Segundo o presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho, a festa custou R$ 17,5 mil, rateados entre cinco centrais sindicais. Cada uma delas pagou R$ 3,5 mil.
Esse dinheiro não é do imposto sindical. Não recebemos nada ainda”, afirmou. “Mas isso não significa que não vamos usar o dinheiro que vamos receber em eventos desse tipo”, disse. “Vamos vir muito mais a Brasília porque teremos mais recursos“, observou, ao lembrar que os empresários costumam a alugar aviões para vir a Brasília quanto têm projetos de interesse para serem votados no Legislativo. (…)

Tive um professor na faculdade de Direito que disse uma frase espetacular: O bom profissional, que se mantém ocupado, não tem tempo para sindicato. Perfeito! Em um cenário de crise institucional, onde há uma ditadura estabelecida, os sindicatos se tornam importantes instrumentos de luta pelos direitos dos trabalhadores. Em uma democracia, devem fazer apenas seu papel de proteger interesses de classe. Oportunismo político é coisa de vagabundo!

O dinheiro que vai ser repassado às centrais sindicais é público. Sai do bolso dos trabalhadores e é, posteriormente, recolhido aos cofres do erário. Só depois é repartido entre os desocupados que comandam as centrais. Dinheiro público deve ser fiscalizado. É um pressuposto moral, um corolário do sistema democrático.

O presidente Lula foi irresponsável ao vetar a fiscalização. Deu carta branca para seus “companhêros” de uísque gastarem o dinheiro público da coletividade do jeito que quiserem. Não fizeram a revolução nem derrubaram o capitalismo. Em vez disso, preferiram viver como parasitas que se alimentam de tudo o que há de pior na política.

Merecem ser esmagados, como os demais parasitas.

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