>Tá com medinho, Sr. zero-um? Então pede pra sair!

>

Lembram de Altamiro Borges? É mais desses “intelequituais pogreçistas” que tentam afetar alguma inteligência por meio de artigos publicados nos vários antros do pensamento esquerdopata brasileiro. Note-se que ele apenas tenta se mostrar inteligente. Na prática, ele não consegue, coitado.

O texto abaixo foi publicado no portal Adital – claro, tinha que ser! – e mostra alguma preocupação com a IV Frota dos EUA para a América Latina. De minha parte faço o seguinte raciocínio linear e objetivo: quem não deve, não teme. Se Borges – e os seus iguais – estão aflitos com a presença dos marines é porque têm alguma culpa no cartório. Vamos ao que o sujeito escrevinhou, intercalado com comentários meus.

Vários documentos oficiais comprovam que o Departamento de Estado dos EUA investe bilhões de dólares em veículos de comunicação do mundo inteiro para divulgar sua visão manipuladora sobre a política externa imperialista.

É mesmo? E onde estão tais documentos? Mostre, sujeito! Aqui ele se limitou a especular e construiu a frase de modo a parecer que falava de algo concreto. Pura mentira e tolice anti-americana.

Artigo do jornal Folha de S.Paulo deste domingo (27) se encaixa como luva nestas “operações especiais” (…) Na opinião do seu autor, Ricardo Bonalume Neto, as duras críticas dos presidentes Lula e Chávez a esta iniciativa bélica não passariam de “retórica esquerdista”.

(…) Com sua “retórica direitista”, bem ao gosto do falcão Bush, o jornalista deixa implícito que se há um culpado pela recriação desta “esquadra de papel” este seria o presidente Hugo Chávez, que tem investido na modernização de suas forças armadas.

Pois é, o jornalista da Folha está correto e Altamiro Borges está errado. Borges sempre está errado. Ele sempre estará errado. Se Borges disser que o jogador estava impedido é porque a posição era regular. Se ele afirmar que a bola não entrou é porque foi gol. Borges é assim, uma espécie de equívoco perene e indiscutível.

Os comentários do “especialista” da Folha expressam bem a postura servil da maioria da mídia nativa.

Note-se que Borges se refere ao jornalista como “especialista”, assim, entre aspas. A idéia dele é ironizar o título para desconstruir a pessoa e não os argumentos. É prática comum dessa gente agir assim. Eles nunca atacam os argumentos porque eles não sabem argumentar. Borges questiona a especialidade do jornalista, mas se acha apto a tratar do assunto. Com base em quê? Quais as credenciais de Borges? Quais os seus títulos? Entre um jornalista que trabalha na Folha e alguém que só consegue espaço num antro como o portal Adital, eu fico com aquele.

Arrogante diante das nações mais frágeis, como nos recentes episódios da estatização do petróleo na Bolívia e da reabertura da negociação sobre o Tratado de Itaipu com o Paraguai, ela esbanja subserviência e covardia diante do império estadunidense.

O sujeito falou a palavra mágica: estadunidense. Quando alguém usa essa palavra está acabado, morto e enterrado. Não se pode argumentar com esse tipo de gente, pois eles não sentem a necessidade de raciocinar e fazer sentido. Nós sim.

(…) Diante de um fato de tamanha gravidade, como a recriação da Quarta Frota, o capacho midiático silencia e aposta na ignorância da sociedade.

A recriação da IV Frota é algo grave? Para quem? Quem deve ter medo dela? Eu não tenho. Sei que contra mim “uzamericânu” não farão nada. Mas Borges está com medo. Muito medo! Por que será que ele se amedronta quando confrontado com “uzômi da lei”?

Argumentos contrários, mais críticos, são desqualificados como “retórica dos líderes esquerdistas da América Latina”, conforme fuzila Bonalume.

Sempre que Lula e Hugo Chávez falam sobre algum tema, não há argumentos críticos e qualificados. Há apenas retórica mesmo.

(…) Também poderiam ser rotulados de esquerdistas vários intelectuais de renome que têm denunciado os planos expansionistas e belicistas dos EUA. É o caso do teólogo Frei Betto que, num recente artigo para a Agência Adital, refutou o discurso “humanitário” do governo ianque e da mídia venal para justificar esta nova investida guerreira.

Frei Betto? O sujeito citou Frei Betto? E o citou como intelectual?! É o fim dos tempos. Betto é, no máximo, um “intelequitual”, assim como Borges. Além disso ele usou o termo “ianque”. É mais uma pá de terra sobre os argumentos de Borges. Ele chega a transcrever trechos de um artigo de Betto:

“No dia 12 de julho, os EUA decidiram reativar sua Quarta Frota, a quem vigia os mares do Sul, atuante entre 1943-50, em decorrência da Segunda Guerra, e desde então desativada. Compõem a frota 22 navios: quatro cruzadores com mísseis, quatro destróieres com mísseis, 13 fragatas com mísseis e um navio-hospital. Segundo as autoridades usamericanas, o objetivo é ‘realizar ações humanitárias’. Então, para que tantos mísseis?”, ironiza. Ele lembra ainda que o comandante da Quarta Frota, contra-almirante Joseph Kernan, não fez carreira na marinha, mas sim na força de elite (Seal), destinada às operações “não convencionais” de combate e repressão ao terrorismo.

Quer dizer que o comando da IV Frota está com uma espécie de Jack Bauer? Que ótimo! Eu insisto em meu questionamento inicial: do que Borges tem medo? Será que “uzômi” de “jórji dábliu búxi” vão pegar ele? Será que têm motivo para fazê-lo? Será que Borges está com medo de ser associado aos terroristas das FARC, que ele insiste em defender? Tá com medinho, é? Pede pra sair!

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