>MISSION ACCOMPLISHED!

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O que vai abaixo é estarrecedor, mas não é surpreendente. Aliás, só pode surpreender aqueles que ainda insistem em acreditar que o atual governo é democrático. Não é! Quem financia, dá abrigo e faz parceria com o terror não respeita a democracia e seu sistema de liberdades.

Lula e o PT sempre negaram que têm laços com as FARC. Era mentira deles. Como sempre aliás. Toda vez que um petista puder mentir, ele irá mentir. Isso é certo. É matemático.

Agora não resta mais nenhuma dúvida. O terror anda de braços dados com os “companhêros”. Mission accomplished. Assim mesmo, em inglês. Para deixar ainda com mais raiva os vagabundos filoterroristas. Vamos ao texto:

A presença das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) no Brasil “chegou até as mais altas esferas” do governo brasileiro, ao PT, a líderes políticos e ao Poder Judiciário, publicou nesta quinta-feira (31) a revista colombiana “Cambio”. A conclusão foi tirada de supostos e-mails encontrados no computador do ex-porta-voz internacional das Farc “Raúl Reyes”, afirma a edição número 787 da revista semanal. (…)

Nos e-mails de “Reyes” – cujo nome verdadeiro era Luis Edgar Devia e que foi morto por tropas colombianas em solo equatoriano em primeiro de março – são mencionados “cinco ministros, um procurador-geral, um assessor especial da Presidência, um vice-ministro, cinco deputados, um vereador e um juiz superior” brasileiros. (…)

A mesma reportagem diz que “a expansão das Farc na América Latina não incluiu apenas funcionários dos governos de Venezuela e Equador, mas também comprometeu importantes dirigentes, políticos e altos membros do PT”.

A “Cambio” cita o ex-ministro-chefe da Casa Civil José Dirceu, o ex-ministro de Ciência e Tecnologia Roberto Amaral, a deputada distrital Erika Kokay (PT) e o chefe de Gabinete da Presidência da República, Gilberto Carvalho. Também são mencionados nesses e-mails o ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim, o assessor especial de Assuntos Internacionais da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, o subsecretário de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos, Perly Cipriano, o secretário de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, e o assessor presidencial Selvino Heck.

A “Cambio” disse que teve acesso aos 85 e-mails de “Reyes” entre fevereiro de 1999 e fevereiro de 2008 enviados e respondidos pelo líder máximo das Farc, “Manuel Marulanda” ou “Tirofijo”, cujo nome verdadeiro era Pedro Antonio Marín e que morreu este ano. Ainda segundo a “Cambio”, há mensagens de “Reyes” para o chefe militar das Farc, “Mono Jojoy” (cujo nome verdadeiro é Jorge Briceño), para Francisco Antonio Cadena Collazos (conhecido como padre Olivério Medina e também “Cura Camilo”) e que atua como delegado das Farc no Brasil – e de todos eles com dois homens identificados como “Hermes” e “José Luis”.

“Cura Camilo”, preso em São Paulo em agosto de 2005, vivia no Brasil havia oito anos e foi beneficiado com uma proteção especial por ser casado com uma brasileira. Em 2006, o Comitê Nacional para Refugiados (Conare) concedeu a “Cura Camilo” o status de refugiado, decisão que pesou bastante para o Supremo Tribunal Federal (STF) negar seu pedido de extradição para a Colômbia. “Cura Camilo” foi “chefe de imprensa” da guerrilha colombiana no início dos frustrados diálogos de paz em San Vicente del Caguán.

O chamado “dossiê brasileiro” diz que estas mensagens “revelam a importância do Brasil na agenda externa das Farc (…) para dar suporte à estratégia continental da guerrilha”. As Farc, acrescenta a “Cambio”, aproveitaram a conjuntura criada pela chegada de Lula e do PT ao poder para “chegar até as mais altas esferas do governo“. (…)

Recentemente, Garcia classificou como “irrelevantes” as mensagens encontradas no computador periciado pelo governo colombiano. Consultada pela Agência Efe, a assessoria da imprensa da Presidência da República disse que desconhecia o conteúdo da matéria da “Cambio”. Em entrevista à rede de TV colombiana Caracol, o chanceler colombiano, Jaime Bermúdez, disse que o governo da Colômbia vai respeitar os processos judiciais brasileiros pelos supostos vínculos de altos funcionários do governo com as Farc. Segundo ele, os documentos não vão afetar as boas relações entre os dois países.

“O Brasil, com a informação que tem em suas mãos, é quem deve avançar em analisar as eventuais responsabilidades ou investigações a serem realizadas”, disse, assegurando que a Colômbia respeitará a autonomia do Brasil neste assunto

Eis aí. Não é preciso dizer mais nada. Nadinha. Está tudo aí. Agora, resta aos americanos e ao presidente Uribe triangular a posição dos vagabundos filoterroristas e mandar bomba. O Brasil agradece.

Ao início deste texto reproduzi as fotos dos parceiros das FARC no Brasil. Espero que a Polícia Federal e o Ministério Público façam algo. Afinal, como disse Tarso Genro – o Beccaria dos Pampas – “não há mais intocáveis no país”. Sendo assim, mal posso esperar para ver um dos “companhêros” petistas algemados.

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