>Eis a turma do "outro mundo possível".

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Confesso que não acreditei quando li a notícia no blog do Reinaldo Azevedo.
Mas aí lembrei daquela máxima que resume perfeitamente essa gentalha: o ridículo deles não conhece limites. E não conhece mesmo. Nenhum!
Notaram o grupinho todo serelepe que está segurando a faixa, na foto ao lado? São – como posso dizer? – “estudantes”. Mas não são estudantes comuns, desses que se dedicam a aprender gramática, literatura, álgebra e as demais disciplinas que servem para moldar um pequeno-burguês. Que nada! Eles são estudantes dessezengajádu. São a turma do tal “outro mundo possível”. Ou, no caso deles, poçíveu.
E antes que a canalha fique ouriçada, eu esclareço que não estou fazendo pouco caso das péssimas condições educacionais que imperam nessepaiz. Pelo contrário: concordo que muita coisa precisa ser melhorada. Um dos pontos é justamente o aumento da carga horária das escolas, medida contra a qual os valentes da foto acima estavam protestando. Perceberam o raciossímio deles?! Como a educação não é satisfatória, os valentes preferem ficar longe da escola! É para reivindicar? Pois que seja pela razão errada! É incrível a capacidade que essa gentalha tem de fazer a escolha errada.
O pior é que o episódio acima nem pode ser considerado um fato isolado. É, antes, um sintoma dos estupros mentais que ocorrem no Brasil. Aqui, vocês sabem, os alunos não aprendem sobre história, geografia e ciências. Eles aprendem a – como é mesmo? – “construir uma consciência crítica”. Aprendem, inclusive, a protestar contra esse tal “sistema capitalista”, tomando parte na velha batalha mitológica que constitui o arranca-rabo de classes.
Querem saber? Aposto que os valentes acima são o orgulho dos feçores
Senhoras e senhores, conheçam o futuro do brazíu!
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5 ideias sobre “>Eis a turma do "outro mundo possível".

  1. Danilo Augusto

    >Se tem uma profissão que posso dizer que é a “do futuro” é a de produtores de manifestações!Basta alguém morrer, ser preso, estuprado e, quase que imediatamente, faixas surgem do nada, pedindo JUSTIÇA, JUSTIÇA, JUSTIÇA!!! E quando esses pequenos manifestantes indignados fitam uma lente “jornalística”, então o coro engrossa ainda mais.Eu vou largar tudo e passar a estampar camisetas com fotos dos “injustiçados”, vou vender cruzes para passeatas contra a violência, etc. é um mercado promissor. Ah se Obama soubesse que no Brasil o setor da manifestação dos populares está tão aquecido…Indo ao assunto. Realmente o pobrema ta na formação dos fessores e na visão que os pais e os jovens têm da escola. Professores e alunos, graças ao dogma da Nova Pedagogia (cuja raiz maligna é Paulo Freire, é bom destacar), estão no mesmo nível. Não há “mestres”, apenas “parceiros na aprendizagem”. Tudo foi nivelado por baixo.Mas Paulo Freire, já canonizado, é inquestionável! Ir contra o pensamento freiriano é impensável, uma abominação. E Paulo Freire implantou a “Pedagogia da Libertação” quando condenou a “educação bancaria”, com frases mui similares ao discurso de Leonardo Boff.A Igreja oprime os fiéis porque é a detentora dos “bens simbólicos”, segundo Boff. O mesmo pensamento foi fagocitado pela pedagogia, tiranizando a figura do Mestre – o bom professor que acredita ter alguma coisa para ensinar a um aluno que não sabe. O professor não deve se achar superior ao aluno, deve descer do pedestal do saber.Se o professor não deve se portar como alguém que tem algo a dar ao aluno – no caso , o conhecimento – por que o jovem deveria acolhe-lo? Por que deveria lhe dar alguma atenção? Daí vem os pobremas escolares! O X da questão não é apenas dinheiro ou superlotação das salas (lembrando que na Coréia do Sul uma sala não tem menos de 50 alunos), o problema está na crise da instituição “Escola”, na identidade do professor e, também, na vagabundice do aluno que se tornou crônica – precisamos admitir.A universalização do ensino também contribuiu com a queda imensa e efetiva da qualidade do mesmo. Mas vá falar isso para o presidente Lula…

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  2. Danilo Augusto

    >Se tem uma profissão que posso dizer que é a “do futuro” é a de produtores de manifestações!Basta alguém morrer, ser preso, estuprado e, quase que imediatamente, faixas surgem do nada, pedindo JUSTIÇA, JUSTIÇA, JUSTIÇA!!! E quando esses pequenos manifestantes indignados fitam uma lente “jornalística”, então o coro engrossa ainda mais.Eu vou largar tudo e passar a estampar camisetas com fotos dos “injustiçados”, vou vender cruzes para passeatas contra a violência, etc. é um mercado promissor. Ah se Obama soubesse que no Brasil o setor da manifestação dos populares está tão aquecido…Indo ao assunto. Realmente o pobrema ta na formação dos fessores e na visão que os pais e os jovens têm da escola. Professores e alunos, graças ao dogma da Nova Pedagogia (cuja raiz maligna é Paulo Freire, é bom destacar), estão no mesmo nível. Não há “mestres”, apenas “parceiros na aprendizagem”. Tudo foi nivelado por baixo.Mas Paulo Freire, já canonizado, é inquestionável! Ir contra o pensamento freiriano é impensável, uma abominação. E Paulo Freire implantou a “Pedagogia da Libertação” quando condenou a “educação bancaria”, com frases mui similares ao discurso de Leonardo Boff.A Igreja oprime os fiéis porque é a detentora dos “bens simbólicos”, segundo Boff. O mesmo pensamento foi fagocitado pela pedagogia, tiranizando a figura do Mestre – o bom professor que acredita ter alguma coisa para ensinar a um aluno que não sabe. O professor não deve se achar superior ao aluno, deve descer do pedestal do saber.Se o professor não deve se portar como alguém que tem algo a dar ao aluno – no caso , o conhecimento – por que o jovem deveria acolhe-lo? Por que deveria lhe dar alguma atenção? Daí vem os pobremas escolares! O X da questão não é apenas dinheiro ou superlotação das salas (lembrando que na Coréia do Sul uma sala não tem menos de 50 alunos), o problema está na crise da instituição “Escola”, na identidade do professor e, também, na vagabundice do aluno que se tornou crônica – precisamos admitir.A universalização do ensino também contribuiu com a queda imensa e efetiva da qualidade do mesmo. Mas vá falar isso para o presidente Lula…

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  3. Evandro

    >Cara Yashá, gostaria de parabenizá-la por suas palavras n’O Globo, concordo em gênero, número e grau.Esses idiotas politicamente corretos, além de infestarem o mundo com suas baboseiras, agora também enchem o saco diretamente a Cúria Romana.É a primeira vez que que visito o seu blogue, gostei muito dele.

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  4. Leandro

    >Acho que uma das respostas a eles é “aumentar” o conhecimento de gramática.E não podem dizer que “os pobrema” da falta de conhecimentos é decorrente da falta de recursos, os alunos que participam do programa do Luciano Huck são um exemplo de força de vontade de querer saber e aprender.

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  5. Catarina

    >Quanta gente nova! Bem vindos meninos!O texto do Yashá disse o principal: a turminha dos revolucioinários não liga pra coisas burguesas, como a gramática.

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