>Rápidas e rasteiras – 5.

>1) O caminho da honestidade “era longe”
Como podem perceber, comecei parafraseando um – se me permitem… – escritor muito famoso, que ascendeu até a Academia Brasileira de Letras. Difícil encontrar esse caminho da honestidade, heim? Deve ser por isso que todo dia surge um novo escândalo, uma nova denúncia envolvendo o nome de José Sarney, aquele maranhense que se elegeu senador pelo Amapá. Agora surgiu a história de que uma funcionária do homem se vale de um prédio destinado ao uso exclusivo de senadores. Entenderam? Eu disse exclusivo! Então por que ela usava? Ah, sei lá…

2) Netinho querido do meu coração…
E não é que apareceu também um outro neto de Sarney? Quantos são ao todo? Melhor que essa informação seja logo fornecida a todos, assim paramos de nos surpreender a cada nova manhã… O nome da vez é José Adriano Cordeiro Sarney, que, segundo publicado no blog do Josias de Souza, “opera no rendoso mercado dos empréstimos consignados do Senado”. Não é mesmo fantástico?! Mas é claro que eu não vou aqui colocar sob suspeita a capacidade empresarial do rapaz… Se ele está lá, ganhando seu sustento, deve ser em razão de suas habilidades, não?

3) Quantos cargos!
Aliás, li no O Globo Online que Sarney e Renan Calheiros (que dupla!), juntos, criaram 174 novos cargos no Senado brasileiro. Para quê? Sei lá… Suponho que fosse extremamente necessário, afinal dois gestores tão competentes não fariam nada que não fosse no interesse na nação, não é mesmo? Principalmente se considerarmos que um deles, o imortal Sarney, não é uma pessoa comum, como bem lembrou o apedeuta Luíz Inácio Lula da Silva.

4) Será que ele sai? Hum…
Quem não está achando nada boa a gestão de Sarney, chamado de “fofo” pela jornalista Lúcia Hippolito, é o blogueiro Ricardo Noblat, do O Globo Online. Hoje, em seu blog, Noblat disse: “Sai daí rápido, Sarney!” Será que ele sai? Sei não… Se essepaiz fosse uma democracia séria e sólida, talvez… Mas como estamos falando de uma republiqueta de bananas, não creio. Aliás, foi no mesmo blog do Noblat que este escriba encontrou a curiosa charge que ilustra este post. Todos os créditos para o grande Machado.

5) E se sair? Resolve?
Não creio… Afinal, como bem lembrou o maranhense, a crise seria do Senado, não dele. Curioso… Sempre que lembro do pronunciamento de Sarneydefinido pelo jornalista Daniel Piza como uma obra literária melhor que o livro Saraminda, escrito por… Sarney! -, lembro de Lúcia e da melhor definição encontrada pelo jornalismo até agora: “Sarney é mesmo um fofo!”. E há outros que compartilha do meu pessimismo. Clóvis Rossi, por exemplo, da Folha de São Paulo, segundo quem um movimento “Fora Sarney é pouco”. Sim, é pouco. Mas já seria um começo, não?

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2 ideias sobre “>Rápidas e rasteiras – 5.

  1. Mauro

    >Pode ter certeza que não vamos nos livrar desses escândalos diários, principalmente porque a turma do Senado parece não ter peito para se livrar do homem.

    Resposta

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