>A democracia e as obviedades.

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Alguns insistentes diabinhos, saídos lá do submundo escuro do bolivarianismo pogreçista, insistem em baixar aqui no blog acusando aquilo que consideram uma “contradição inexplicável” deste escrevinhador. Dizer o quê? Essa gente nunca me enganou mesmo. Eu nunca escrevo esperando que eles compreendam, afinal eles sempre tiveram uma dificuldade monstruosa para interpretar qualquer escrito maior que uma faixa da CUT. E mais: não espero que entendam simplesmente porque NÃO ESCREVO PARA ELES! Como já dito um milhão de vezes, este blog tem um lado claro e definido. Adiante.

A foto que ilustra este post mostra mais uma das tantas manifestações que estão sendo promovidas, diariamente, por pessoas simpáticas ao governo interino de Honduras e, por conseguinte, contrárias ao caudilho Manuel Zelaya, o miquinho amestrado de Hugo Chávez. Como qualquer um pode perceber, os hondurenhos não estão reprimidos sob o jugo de um Estado totalitário e ditatorial. A julgar pelas imagens que nos chegam de lá, arrisco dizer que eles, na verdade, foram libertados de uma tirania que surgia no horizonte imediato.

Apesar das obviedades, a gentalha pogreçista insiste em não enxergar aquilo que está diante de suas fuças. “É um golpe!”, acusam os valentes, fazendo eco às loucuras ditas pelo mico mandante, Chávez, e sua trupe, que inclui ainda o dublê de Mercedes Sosa, Evo Morales, o caudilho do Equador, Rafael Correa, além do ex-terrorista Daniel Ortega, da Nicarágua. A esses elementos de destruição em massa, uniram-se também o Brasil lulista, sempre ávido por emprestar apoio às causas totalitárias, e o Presidente-de-ébano, Barack Hussein Obama, a cada dia mais Hussein… E inspirados por esses delinquentes morais, os pequenos demônios vêm atormentar minha paciência das mais diversas formas. Os mais bravinhos (bem ao estilo funçonaro grevista da USP) partem logo para a tentativa de acusar meu direitismo e meu conservadorismo. Os mais sutis tentam me pregar uma peça retórica, mas acabam sempre por espatifar o focinho sujo contra o muro de valores éticos e morais que potege minhas convicções democráticas. Dizem: “Por mais erros que Zelaya tenha cometido, a ação dos militares também não foi democrática. O correto seria promover o afastamento dele do cargo de acordo com as leis. Ao partir pra deposição ilegal, o novo governo se torna ainda pior que Zelaya. Como você pretende justificar isso a partir dos valores de democracia que tanto defende?”. Como? É muito simples, como verão a seguir.

Atentem para o seguinte texto:

“O cidadão que tenha desempenhado a titularidade do Poder Executivo não poderá ser presidente ou indicado. Quem transgredir essa disposição ou propuser a sua reforma, assim como aqueles que o apoiarem direta ou indiretamente, perderão imediatamente seus respectivos cargos e ficarão inabilitados por dez anos para o exercício de qualquer função pública.”

Sabem do que se trata? É a transcrição (evidentemente traduzida) do artigo 239 da Constituição de Honduras. A íntegra da Carta, caso interesse, pode ser lida aqui. Diante do que vai acima, não resta margem para qualquer dúvida, não é? Ao propor uma reforma constitucional destinada a permitir a reeleição, ZELAYA PERDEU IMEDIATAMENTE SEU CARGO! Sim, é exatamente isso! Releiam com calma. Está tudo lá, límpido como as águas de um riacho.

Quem conhece um pouquinho da história hondurenha, sabe que aquele país foi massacrado por ditadores os mais vagabundos, o que levou os últimos constituintes a formulares a tal cláusula pétrea, a fim de afastar qualquer protoditador chavista e bolivariano. Repito: não há espaço para dúvida ou argumentação. A partir do momento em que decidiu promover a alteração da Carta Magna de honduras para poder se perpetuar no poder, Zelaya estava DESTITUÍDO DO CARGO DE PRESIDENTE.

Qual o corolário disso? Ora, que não houve qualquer golpe! As Forças Armadas hondurenhas não depuseram o presidente, simplesmente porque não havia mais um. O cargo estava vago desde que as macaquices caudilhescas de Zelaya começaram. O resto, caros, é dualética e duplipensar típicos da gentalha pogreçista, fã de Chávez, que pretende ver o tal “outro mundo possível” que essa corja sonha construir.

A verdade é que as autoridades constitucionais de Honduras fazem muito bem em proteger sua Carta e sua democracia, escorraçando a canalha de sua terra. Aliás, se alguma crítica deve ser feita à ação dos militares é a de que Zelaya não deveria ter sido expulso do país, mas preso e julgado pelas sucessivas ilegalidades que perpetrou. O exército hondurenho, creiam, foi excessivamente brando com o macaquito de Chávez, deixando-o escapar de pijamas.

E notaram que eu insisto em evidenciar o liame que existe entre Chávez, os demais macaquitos bolivarianos e o vagabundo Zelaya? Isso não é fruto de uma conspiração dos conservadores reacionários, mesmo porque, sinto desapontar os esquerdopatas do mundo, eles não existem. Saibam que foi o próprio Zelaya quem admitiu que, uma vez de volta a Honduras, iria pedir APOIO MILITAR VENEZUELANO! Desafio qualquer um a me explicar, com fatos, como algo assim poderia ser considerado legal e democrático. O bolivariano de araque iria patrocinar a invasão DO SEU PRÓPRIO PAÍS por uma força militar estrangeira! E para quê? Para colocar sob seu jugo imundo o povo hondurenho. É um psicopata!

Exatamente por isso as Forças Armadas de Honduras fizeram muito bem em impedir a volta do caudilho. E o governo interino está coberto de razão ao impedir os terroristas de Manágua, arregimentados por Ortega e Chávez, de cruzar suas fronteiras. Os vagabundos bolivarianos não podem ter qualquer chance de se reerguer do golpe sofrido! Devem capitular de vez.

Infelizmente o Cristo havaiano Barack Hussein não parece disposto a fazer valer a tradição democrática americana, e já se apressou em dar arrimo aos argumentos de Chávez. Não são mesmo tempos fascinantes estes? Até outro dia, sob o governo do hasmodeu de pijamas, jórji búxi, a Venezuela de Chávez temia os Estados Unidos e disputava com eles a hegemonia ideológica do continente. Hoje, nos tempos do “Yes, we can!”, é Washington que teme Caracas, igualando-se às loucuras chavistas.

Aliás, aquela que até agora foi a única morte registrada em Honduras, deve ser imputada a Obama, Chávez, Lula e todos os demais que estão dando apoio moral aos ditadores bolivarianos. Percebam o óbvio novamente: enquanto Zelaya era mantido fora de cena, nenhuma morte foi registrada. Bastou, porém, que ele tentasse voltar para continuar em seu intento de solapar a democracia hondurenha, e pronto: os macaquitos amestrados promoveram a tradicional baderna, que acabou com uma vítima fatal. Obama tem as mãos sujas de sangue hondurenho! Se tivesse feito valer sua autoridade, impedindo o regresso do verme a Tegucigalpa, ninguém teria sido ferido. Parabéns ao Cristo negro!

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