>Rápidas e rasteiras – 17.

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1) Celso Amorim virou petista.
Sim, mas isso já faz muito tempo, não? Ou vamos acreditar que ele só abraçou a estrelinha vermelha ontem, ao assinar a ficha de filiação? Francamente… A verdade é que o “megalonanico” (by Reinaldo Azevedo) resolveu sair do armário e assumir, de uma vez por todas, suas taras ideológicas. Agora, oficialmente dentro do PT, Amorim poderá se sentir mais confortável para defender tiranias as mais sangrentas. E, de quebra, terá o prazer de subscrever o singular código de ética petista, que perdoa Sarney, Collor e os mensaleiros, mas condena os bebês à morte.

2) Senador Tasso Jereissati é contra a Venezuela no Mercosul.
E eis que nem só de Sarney e atos secretos vive o Senado Federal… Finalmente alguém lançando mão da boa e velha lógica, não? O Brasil seria menos bananeiro se a oposição se preocupasse um pouco mais com os assuntos ditos ideológicos, como este. Ora, é evidente que aquela republiqueta não pode fazer parte do Mercosul. E por quê? Bem, porque o Mercosul conta com um cláusula democrática, ou seja, qualquer país membro deve abraçar a democracia e o sistema de liberdades individuais. E Chávez, sabe-se, tenta dia após dia solapar as liberdades da sociedade venezuelana. Aliás, ele pretende atentar contra todas as democracias da América Latina… O sujeito é perigoso e precisa ser contido. Prabéns ao Senador Jereissati.

3) Governo Micheletti suspende toque de recolher e fala até em renúncia.
Se algum pogreçista filobolivariano me explicar que tipo de governo golpista aceita falar em renúncia e em eleições antecipadas, prometo que voto na mãe do PAC em 2010. A verdade, é que a fala do Presidente interino de Honduras, Roberto Micheletti, coloca um ponto final nessa história falsa de golpe de Estado. Anotem aí: Nenhuma ditadura fala em renúncia! Nenhuma ditadura fala em eleições para entregar o poder. Os fatos são claros e incontroversos: o governo constitucional de Honduras retirou o toque de recolher e admitiu que pode convocar eleições antecipadas para a Presidência. Trocando em miúdos, fica claro que Michelleti faz o oposto do que fazia Zelaya, quando no poder: trabalha pelo restabelecimento pleno da democracia, enquanto que o macaquito chavista queria solapá-la. A partir do que vai acima, repito o que já foi dito no blog: O ÚNICO GOLPISTA DE HONDURAS ERA MANUEL ZELAYA!

4) O esquerdismo derrubou Zelaya.
Será? Não… Vocês só estão dizendo isso pra me agradar, hehe… Vamos aos fatos: o que Micheletti disse foi que Zelaya estava fazendo um governo demasiado comunista, e que isso militou contra ele. Mas ele não caiu por conta disso – infelizmente. Caiu, como está claro, porque tentou estuprar uma constituição democrática a fim de se perpetuar no poder. E isso – vejam que coisa! – é bem a cara dos comunistas, não? Mas não pensem que vou ficar em cima do muro. Reparem: Acho que um governo que flerta com o comunismo deve, sim, ser deposto! Da mesma forma que um que corteje o nazismo também mereça o impedimento. E isso, caros, não é antidemocrático. Pelo contrário: trata-se de defender a democracia, afinal nazistas e comunistas nunca aceitaram, nem de longe, o sistema de liberdades individuais. Não, Zelaya não caiu porque era comunista. O que é uma pena…

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