>Dilma, o aborto e o debate político necessário.

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Dilma Rousseff, a ex-terrorista que Lula quer colocar na Presidência da República, concedeu, em abril do ano passado, uma entrevista à revista Marie Claire. Falou sobre várias coisas, inclusive sobre aborto. Disse a “mãe do povo brasileiro” o seguinte:
Abortar não é fácil pra mulher alguma. Duvido que alguém se sinta confortável em fazer um aborto. Agora, isso não pode ser justificativa para que não haja a legalização. O aborto é uma questão de saúde pública. Há uma quantidade enorme de mulheres brasileiras que morre porque tenta abortar em condições precárias. Se a gente tratar o assunto de forma séria e respeitosa, evitará toda sorte de preconceitos. Essa é uma questão grave que causa muitos mal-entendidos.
Vamos deixar de lado essa conversa secundária sobre os problemas de saúde pública decorrentes dos abortos feitos em açougues de esquina, bem como sobre os tais preconceitos que envolveriam o tema. Quero aqui tratar do cerne principal da questão: perguntada sobre o assunto, Dilma na titubeou e DEFENDEU A LEGALIZAÇÃO DO ABORTO! Está lá, estampado nas palavras dela. Quando alguém diz que determinado fator “não pode ser justificativa para que não haja a legalização” do aborto, está afirmando, sem sombra de dúvidas, que é favorável à… legalização do aborto!
Particularmente, gosto de tratar deste tema porque é um dos poucos que não admitem tergiversação protelatória. Ou o sujeito é a favor do aborto, ou é contra. O resto é, como dito acima, secundário. A escolha moral preponderante, a opção que define todo o restante da linha argumentatória é simples: ou se está do lado da vida, ou do lado do aborto. O lado de Dilma, uma ex-terrorista que militou em grupos responsáveis pela morte de civis, não poderia, por óbvio, ser o da defesa da vida…
Quero que notem o seguinte: não acho que Dilma é obrigada a se opor ao aborto. O Brasil a despeito das ações filototalitárias do PT, ainda é um país livre. A petista tem direito à sua opinião e pode defendê-la livremente, como fez na entrevista menciona antes. O que não pode é, numa reta final de eleição, tentar apagar seu passado, negando que defendeu, sim, o aborto! Se Dilma fez sua escolha moral – e ela, sinto dizer, não é pela vida… -, que a assuma e arque com as consequências disso.
E uma das consequências é perder o voto religioso dos cristãos – ou de boa parte deles, ao menos… E isso é perfeitamente normal e democrático! Se Dilma e o PT podem defender o aborto – e o defendem, basta ler o PNDH -, os cristãos podem decidir não votar nela por isso, sem carregar a pecha de “obscurantistas”. Ou defender a vida seria, pois, obscurantismo?
De onde vem, então, essa vontade do PT de desqualificar os religiosos que têm se manifestado contra Dilma e contra o PT por conta da defesa que estes fazem do aborto? Por que pastor/padre que apóia Dilma – e são muitos! – é chamado de “líder religioso”, mas o que se manifesta contra Dilma e a favor da vida é chamado de “obscurantista”? Quem definiu as balizas deste debate? Quem decidiu que só é bom defender o “direito de tolher o direito à vida de outrem”? É este o moderno progressismo?
Não é de espantar que Dilma e o PT tenham conseguido a inimizade até da CNBB, uma aliada histórica do partido. Hoje, no encontro com lideranças religiosas pedido por Dilma para tentar, mais uma vez, tergiversar sobre sua defesa do aborto, a CNBB não compareceu, ignorando solenemente a ex-terrorista. Fez muito bem! A Igreja Católica já firmou posição pela defesa da vida e contra o aborto. Não há o que conversar com Dilma! São concepções inconciliáveis acerca do direito à vida. E esse distanciamento só se reforça quando vemos Dilma blasfemando ou, pior, recebendo apoio de Edir Macedo.
Aliás, não deixa de ser engraçado ver o chefão da universal (propositadamente em minúsculo, porque não a respeito!) defendendo Dilma… Faz muito sentido, aliás: Edir Macedo também é favorável à legalização do aborto! Ora, não temos, pois, um líder religioso provando que Dilma tem fé verdadeiramente católica, e que se alinha com a defesa da vida. O que temos é um defensor do aborto falando em favor de uma defensora do aborto! SÃO A ESCÓRIA DA HUMANIDADE! Mas, que se note: não o são por estarem alinhados aos que defendem o aborto. O são por tentarem de forma deliberada dissimular suas opiniões, tentando trapacear o eleitor!
E pensar que a ex-terrorista foi apresentada por Lula como a “mãe do povo brasileiro”… Uma mãe favorável ao aborto. Que ironia mais tragicômica… Aliás, é interessante ver os contorcionismo retóricos e mentais que Dilma precisa fazer para tentar, agora, convencer o eleitorado de que sinceramente mudou sua posição. Fala tanta coisa na ânsia de se explicar, que a falsa fé de terrorista dela fica evidente. Me faz lembrar do evangelho de São Mateus (5, 37): “Diz apenas ‘sim’, quando é ‘sim’; e ‘não’, quando é ‘não’. O que disseres para além disto vem do Maligno”.

Quais são os fatos que temos? Ano passado, perguntada sobre o aborto, DILMA DISSE “SIM”! Agora, tentando mudar sua posição para AFETAR UMA FALSA FÉ, Dilma tergiversa e fala muita coisa que vai além do “sim” e do “não”. TUDO CONVERSA DO MALIGNO!

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3 ideias sobre “>Dilma, o aborto e o debate político necessário.

  1. aliancaliberal

    >"A vida inteira nos ensinaram que os lucros e a competição tinham um efeito nefasto, que era terrível um competir com o outro para ver quem era melhor, não é? Nefasto? Pois deviam ver o que acontecia quando um competia com o outro para ver quem era o pior."ayn rand a revolta de atlas

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  2. Luciana

    >O Viajante texto de Joelmir BetingSe beber não dirija. Nem governe.Até aqui, em 40 meses de governo, o presidente Lula já cometeu 102 viagens ao mundo. Ou mais de duas por mês, tal como semana sim, semana não. Sem contar, ora pois, as até aqui, 283 viagens pelo Brasil…Hoje, dia 15, ele completa 382 dias fora do país desde a posse. E pelo Brasil, no mesmo período, 602 dias fora de Brasília.Total da itinerância presidencial, caso único no mundo e na História: Exatos 984 dias fora do Palácio, em exatos 1.201 dias de presidência.Equivale a 81,9% do seu mandato fora do seu gabinete. Esta é a defesa da tese de que ele não sabia e nem sabe de nada do que acontece no Palácio do Planalto.Governar ou despachar, nem pensar.A ordem é circular. A qualquer pretexto.E sendo aqui deselegante, digo que o presidente não é (nem nunca foi) chegado ao batente, ao despacho, ao expediente.Jamais poderá mourejar no gabinete, dez horas por dia, um simpático mandatário que tem na biografia o nunca ter se sentado à mesa nem para estudar, que dirá para trabalhar.'SEM CONTAR AS DESPESAS:FHC, EM 8 ANOS DE GOVERNO, GASTOU R$ 58 MILHÕES, CRITICADOS PELO PT.LULA ATÉ AGORA, EM MENOS DE 7 ANOS, GASTOU R$ 584 MILHÕES! E SÓ AS IDENTIFICADAS PELA IMPRENSAE o povão ainda aplaude e vota!

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