>O HORROR: terrorista esfaqueia uma criança de três anos e corta garganta de bebê de três meses!

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Você tem lido os jornais? Tem acompanhado o noticiário na TV? Sim?! Ótimo! Mas, apesar disso, aposto que você não ficou sabendo por nenhum desses meios tradicionais que uma família judia foi executada durante a ação terrorista de um grupo palestino. Você tampoucou ficou sabendo que uma das vítimas foi uma criança de três anos, assassinada com uma facada no coração. Também duvido que tenha chegado ao seu conhecimento que uma outra vítima foi um bebê de três meses, que teve A GARGANTA CORTADA!
Que tipo de coisa justificaria algo semelhante? Que “guerra santa” poderia emprestar algum arrimo moral a uma barbárie tão teratológica? Quem faz algo assim é a escória do mundo! Representam o horror em seu estado puro. São animais, que deveriam ser apartados do convívio social em definitivo, porque impróprios para aproveitar a vida dentro de uma sociedade civilizada.
Não venham os “humanistas de um lado só” me indagar sobre as crianças (e demais vítimas) que existem aos milhares no lado palestino. Eu conheço a história! Não preciso que ninguém me diga o quanto uma guerra pode ser odienta, brutal e mesmo tola. Mas afirmo com convicção que o que vai acima consegue ser hediondo até mesmo dentro do contexto de um embate.
O bebê de três meses que teve a garganta cortada por um vagabundo sociopata não estava num lugar que abrigava lançadores de foguetes, ou bombas destinadas a produzir “mártires”. Ele não estava sendo usado como escudo humano pela gentalha abjeta que rasteja na lama do fascismo islâmico, e que – ela, sim! – mercantilizou a carne dos palestinos, tornando-a produto barato ao alcance do matadouro da Jihad.
Há coisa de dois anos, na última vez em que israelenses e palestinos entraram em confronto aberto, escrevi aqui que o terrorismo islâmico de Hamas, Hezbollah e similares precisa ser enfrentado de forma implacável, e vencido. Trata-se, meus caros, de uma questão civilizacional: ou o ocidente democrático garante a supremacia do nosso modo de vida, onde bebês recebem carinho, não facas na garganta, ou teremos a barbárie daqueles que aceitam usar seus filhos como escudos e seus homens como mártires.
Falei “supremacia do nosso modo de vida”? Sim, falei! Do modo de vida e dos valores morais, afinal são eles que garantiram o surgimento e a consolidação da civilização atual, onde as mulheres não são mutiladas por costumes tribais primitivos e virgens não são sacrificadas em oferendas. É preciso proteger, sim, essa civilização que legou ao mundo os antibióticos e a literatura de Shakespeare. Não me deixo enganar pelo “multiculturalismo politicamente correto”: esses valores e essas conquistas citadas são sem dúvida melhores e superiores às demais, a meu ver. Isso não significa que não possa existir povos que pensem diferente e vivam diferente. Claro que isso é possível! O que não podemos é tolerar que tais povos CORTEM AS GARGANTAS DE NOSSOS BEBÊS!
Notem que apesar de estarmos falando de um conflito que dura décadas e que já produziu uma pilha injustificável de cadáveres, quero afirmar sem meias palavras que vejo diferenças morais importantes entre os lados envolvidos. E isso é uma questão de fato, não de gosto: um civil morto porque estava ao lado de um terrorista, servindo como escudo humano, é muito diferente de uma criança de três anos que tem o coração esfaqueado durante a noite; Ou ainda: uma criança palestina que morreu numa mesquita usada pelo Hamas para guardar arsenal de guerra, sempre será muito diferente de um bebê de três meses, cuja garganda foi deliberadamente cortada.
Estamos falando de várias tragédias. De vários horrores. Mas não me escondo atrás do consenso politicamente correto: grupos terroristas que se organizam para, de forma livre e consciente, escolher DEGOLAR BEBÊS são a escória do mundo!
E não me venham dizer que o pobre povo palestino não tem escolha, e está no fogo cruzado. Besteira! O que aconteceu depois de Ariel Sharon, a fim de cumprir um acordo firmado com a Autoridade Palestina, retirou Israel da Faixa de Gaza? O que se viu?! Por acaso os palestinos criaram sua sociedade de paz e prosperidade, aproveitando que havia terminado a “opressão dos infiéis”? Que nada! Cuidaram de eleger – sim, deram voto! – os terroristas do Hamas, investindo-os de autoridade política real. O povo palestino votou e elegeu a gentalha que prega o assassinato de bebês a facadas! Ora, por que gente assim seria vítima?!
E não caiam na conversa de que o problema lá é por terra. Outra bobagem! O problema é a leitura deturpada que Hamas, Hezbollah e demais ícones do fascismo islâmico fazem do Corão, um livro que, na verdade, prega a paz e a fraternidade. Não importa quanto Israel recue e aceite as exigências feitas: os “servos de Allah” não vão sossegar até que “os infiéis sejam varridos do mapa”.
Como dito antes, trata-se de um embate civilizacional. De um lado estão os valores de uma sociedade livre e democrática, onde crianças são protegidas e amadas, e do outro aqueles de uma sociedade que aceita baratear a carne de seus próprios civis, só para conseguir mais “mártires” para a “causa palestina”.
Golda Meir estava certa: é preciso que os palestinos amem seus filhos mais do que odeiam os judeus. Só assim passarão a entender que não é aceitável dar abrigo a lançadores de foguetes, servindo como escudo humano. Só assim passarão a entender que uma mesquita é um lugar santo, de oração, não um depósito para o arsenal do Hamas. Só assim, enfim, poderão entender que degolar um bebê NÃO é um ato “heróico” e “corajoso”, mas apenas uma vilania nojenta.
Para encerrar, notem que eu abri o post falando sobre a ausência completa desse atentado em todos os jornais. O fascismo islâmico já venceu a “guerra da propaganda”. Cumpre ao mundo civilizado não permitir que vençam, também, o embate militar.
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P.S.: Fiquei sabendo desse episódio bárbaro no blog do meu amigo Angelo DA CIA, que também linkou as (poucas) notícias publicadas a respeito, além de um artigo espetacular, de uma mãe judia.
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4 ideias sobre “>O HORROR: terrorista esfaqueia uma criança de três anos e corta garganta de bebê de três meses!

  1. Morena Flor

    >"O problema é a leitura deturpada que Hamas, Hezbollah e demais ícones do fascismo islâmico fazem do Corão, um livro que, na verdade, prega a paz e a fraternidade".Yashá, lamento dizer, mas não é bem assim a coisa não. Para o Islã, a humanidade está dividida em 2: os fiéis e os infiéis. E não é simplesmente como os "salvos e perdidos" na religião cristã, q devem ser convertidos na base da pregação não, no islã, incentiva-se o uso da força, contanto q se propague a religião. Desde o início, a "religião-da-paz" notabilizou-se pelo uso da força para islamizar povos inteiros. Assim, a África do Norte(terra natal de Sto Agostinho) e o Oriente médio(a famooosa "Ásia Menor", por onde os pregadores cristãos passaram e levaram a mensagem de Cristo) se transformaram em países muçulmanos, nos quais a sharia é a lei e ponto final – Sharia esta q prega pérolas como q a mulher vale metade do valor de um homem, q mulher tem q usar véu, homossexuais devem morrer, q marido pode BATER na mulher, dentre outras barbaridades. Fora a demonização da democracia(o Islã só considera a TEOCRACIA como forma de governo correta para o crente – e descrente tb) e a jihad – q pode tanto significar a "guerra espiritual" qto a guerra "real" mesmo(nada q lembre a "luta da carne X espírito" pregada pelos cristãos). Enfim, os fatos estão aí, pra quem quiser ver.O próprio islã é radical, teocrata, despótico e autoritário.

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  2. Morena Flor

    >Ah, Yashá, tb tem a história da "dhimmitude", na qual, o islã trata todos os "não-muçulmanos" como "cidadãos de segunda classe", como foram os judeus no domínio muçulmano em califados da Espanha medieval – bem como em outros lugares tb.Religião de "paz e fraternidade"?Se com o cristianismo já foi difícil separar igreja de estado(q se conseguiu, já q é possível separar estado de igreja pela própria doutrina de Cristo), no Islã é IMPOSSÍVEL, já q, para o islã, não existe separação entre estado e religião(repare q em tudo o q é lugar, os muçulmanos lutam para instalação de "tribunais islâmicos" para julgar causas segundo suas leis absurdas e estaparfúdias). É por isso q quase sempre lutam(ou torcem) por uma ditadura muçulmana, tá tudo no "DNA" da religião.

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  3. Yashá Gallazzi

    >Flor, se você avaliar bem, vai entender que o problema sempre se resume à leitura que se faz das coisas.Se é verdade que o Islã se valeu da força desde o início dos tempos, é verdade que a Igreja Católica fez muito isso também. E sempre de forma fundamentada, afinal o Santo Ofícia conseguia "torturar" as escrituras até que elas lhe emprestassem respaldo.Perceba: a Bíblia tem passagens as mais sangrentas. Se nos apegarmos à letra pura e simplesmente, somos levados a professar a fé num Deus que não teve problemas em exterminar crianças (os primogênitos do Egito, lembra?). Imagine o que um fanático católico não poderia fazer com algo assim nas mãos!Filosofica e sociologicamente, acredito que a religião católico evoluiu mais que o Islã. Basta ver que aceitamos as diferenças com mais naturalidade – o Papa até fala em ecumenismo! Vou além: acredito que os valores fundamentais da chamada civilização judaico-cristã foram responsáveis por unir o ocidente em torno daquilo que modernamente conhecemos como "sociedade democrática".

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  4. Morena Flor

    >"Flor, se você avaliar bem, vai entender que o problema sempre se resume à leitura que se faz das coisas".Nem sempre, Yashá. Não é raro encontrar leituras q já nascem problemáticas, e não necessitam nem de uma interpretação "radical" para q se enxergue o q elas são. A Sharia é uma dessas."Se é verdade que o Islã se valeu da força desde o início dos tempos, é verdade que a Igreja Católica fez muito isso também".Claro!(e q bom q vc é católico e admite isso) Agora… Se formos ver o q JESUS pensa sobre isso e confrontarmos com o q MAOMÉ pensa sobre isso, aí sim, veremos diferença. Ao menos, o cristianismo não verá em Jesus apoio para a inquisição, tortura e morte de "hereges", etc. Já Maomé dá "carta branca" para tal."E sempre de forma fundamentada, afinal o Santo Ofícia conseguia "torturar" as escrituras até que elas lhe emprestassem respaldo".Só não puderam "torturar" Jesus, né… Jesus não apoia nada disso. Já maomé e seus ensinamentos não precisam nem ser "torturados", está tudo escrito lá."Perceba: a Bíblia tem passagens as mais sangrentas. Se nos apegarmos à letra pura e simplesmente, somos levados a professar a fé num Deus que não teve problemas em exterminar crianças (os primogênitos do Egito, lembra?)".Sim, eu sei. Mas veja o q coloco aqui: A bíblia tem passagens violentas, assim como o alcorão(e penso q devem ser lidos com MUITO CUIDADO qdo se trata de mostrar para crianças e adolescentes, por ex). Só q, de um lado, Cristo Jesus não apóia a violência e as leis absurdas. Maomé é justamente o extremo oposto disso aí."Imagine o que um fanático católico não poderia fazer com algo assim nas mãos"!Pois é! Só q Jesus não pode ser "bode expiatório" para tais fanáticos q se dizem cristãos. Só q com o islã é diferente, o alcorão e o próprio Maomé ENSINAM q a coisa tem q ser assim e ponto final. O Islã vê a democracia como "haran"(pecado), assim como vê as mulheres em uma posição de décima categoria."Filosofica e sociologicamente, acredito que a religião católico evoluiu mais que o Islã".E pq? Pq o catolicismo – e o cristianismo em geral – se permitiram evoluir, pq o próprio Cristo é tolerante. O Islã não evoluiu exatamente pq Maomé não permite tal coisa – e se depender dele, o islã jamais terá a sua reforma. "Basta ver que aceitamos as diferenças com mais naturalidade o Papa até fala em ecumenismo"!Para o islã, não basta aceitar as diferenças. Antes, é preciso DOMINÁ-LAS com mão de ferro e cobrando a "jiyzia" dos "infiéis", implantar(à força ou a fórceps) a horrenda "sharia", etc."Vou além: acredito que os valores fundamentais da chamada civilização judaico-cristã foram responsáveis por unir o ocidente em torno daquilo que modernamente conhecemos como "sociedade democrática".Não apenas isso, como tb o iluminismo bem q deu uma bela ajudinha. Só recentemente(coisa de uns 200 anos pra cá), o cristianismo admitiu a democracia – devido aos(dentre outras coisas) motivos q apresentei acima . Antes disto, existiu, por ex, o "direito divino" dos reis.Enfim, a diferença entre crisitanismo e islã passa pela diferença entre Jesus e Maomé(q é a mais abissal possível).

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