>Um "kit gay" distribuído para crianças, nas escolas? Isso é MOLESTAMENTO INFANTIL! Vou além: É CORRUPÇÃO DE MENORES!

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Pois é, a patrulha politicamente correta pode me xingar do que quiser. Até de homofóbico podem me chamar (apesar de eu já ter demonstrado o quanto tal termo é ilógico e impróprio), se acharem devido. Mas não vou deixar de dizer o que penso sempre que sentir a necessidade de fazê-lo, e o tal “kit gay” exige uma manifestação forte de todos os que prezam a sociedade civilizada e o sistema de liberdades individuais. Vejam abaixo uma notícia de novembro de 2010, que, confesso, passou desapercebida. Encontrei-a hoje, publicada aqui.

Ele ainda nem foi lançado oficialmente. Mas um conjunto de material didático destinado a combater a homofobia nas escolas públicas promete longa polêmica. Um convênio firmado entre o Ministério da Educação (MEC), com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), e a ONG Comunicação em Sexualidade (Ecos) produziu kit de material educativo composto de vídeos, boletins e cartilhas com abordagem do universo de adolescentes homossexuais que será distribuída para 6 mil escolas da rede pública em todo o país do programa Mais Educação.
Parte do que se pretende apresentar nas escolas foi exibida ontem em audiência na Comissão de Legislação Participativa, na Câmara. No vídeo intitulado Encontrando Bianca, um adolescente de aproximadamente 15 anos se apresenta como José Ricardo, nome dado pelo pai, que era fã de futebol. O garoto do filme, no entanto, aparece caracterizado como uma menina, como um exemplo de um travesti jovem. Em seu relato, o garoto conta que gosta de ser chamado de Bianca, pois é nome de sua atriz preferida e reclama que os professores insistem em chamá-lo de José Ricardo na hora da chamada.
O jovem travesti do filme aponta um dilema no momento de escolher o banheiro feminino em vez do masculino e simula flerte com um colega do sexo masculino ao dizer que superou o bullying causado pelo comportamento homofóbico na escola. Na versão feminina da peça audiovisual, o material educativo anti-homofobia mostra duas meninas namorando. O secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do MEC, André Lázaro, afirma que o ministério teve dificuldades para decidir sobre manter ou tirar o beijo gay do filme. “Nós ficamos três meses discutindo um beijo lésbico na boca, até onde entrava a língua. Acabamos cortando o beijo”, afirmou o secretário durante a audiência. (…)

Comento:
É a primeira trombeta do apocalipse! No texto acima, encontramos a maior coleção de absurdos e ultrajes já produzidos por um órgão de Estado. Toda pessoa civilizada, independentemente do que pense sobre o mérito dos temas em discussão, precisa se levantar contra esse “kit gay”, que nada mais é do que uma das investidas mais deletérias já feitas contra o Estado de direito e o sistema de liberdades individuais.

Desde logo, quero deixar claro algo muito importante: o problema da nefasta iniciativa não é o fato de tratar do “universo gay”. Isso é até mesmo óbvio, mas vivemos tempos sombrios, onde a inteligência vem sendo ofuscada pelo pensamento de manada. A coisa continuaria sendo um absurdo sem tamanho, ainda que tratasse de relacionamentos entre heterossexuais. A teratologia da coisa toda não é resultado da exposição de crianças ao debate acerca do homossexualismo, mas ao fato de se realizar discussões afetivo-sexuais (acompanhadas de “material de apoio”!!!) com gente que sequer entrou na puberdade. Isso, meus caros, se chama corrupção de menores! E promovida pelo Estado!

Há ainda outro ponto, a meu aviso até mais importante: discutir esse tipo de assunto é tarefa das famílias, NÃO DO ESTADO! Quem decide o que meu filho precisa aprender sobre o universo afetivo e sexual dos seres humanos – e quando deverá aprender – sou eu, não um bando de burocratas sensíveis à pressão de grupos sociais os mais diversos. Permitir que o Estado se substitua dessa forma às famílias é aceitar a capitulação definitiva dos indivíduos e, com eles, da própria idéia de liberdade individual.

E se eu achar que meus filhos de sete anos são muito novos para ouvir as histórias de um adolescente travesti? E seu eu não achar adequado que minhas crianças assistam discussões sobre “até onde entra a língua” num beijo lésbico? Santo, Deus! O poder público, que existe apenas para proteger a integridade física e psicológica dos indivíduos, garantindo-lhes as liberdades basilares, está concorrendo para corromper nossos filhos e filhas!

Pro diabo o que dizem os “estudiosos” e “especialistas”! Educar meus filhos é problema meu, não de algum ongueiro que tem uma idéia na cabeça e muita grana pública nas mãos. São as famílias, cada uma de acordo com seus valores, suas crenças e suas liberdades, que devem decidir o que é melhor para suas crianças. Foi assim que se erigiu a nossa civilização, e que caminhamos para longe da barbárie e do primitivismo. Por que diabos eu confiaria aspectos importantes da educação moral dos meus filhos a gente cuja principal preocupação é defender “minorias”? Eu, nao! A única minoria que me importa é o indivíduo, em especial meu núcleo familiar. Nenhum porta-estandarte do “modernismo” sabe mais do que eu o que é melhor para as minhas crianças!

Notem que falei em “educação moral”, afinal é disso mesmo que se trata. Ou falar sobre travestis e homossexualismo seria algo científico? Qualquer discussão afetivo-sexual que se apresente é – e sempre será – uma discussão centrada em valores e escolhas. E cabe às famílias passar valores às crianças, não ao Estado!

“Nossa, como você é careta e conservador!” Pois é, devo ser… Mas é esse justamente o ponto: eu tenho o direito de ser “careta e conservador”! E mais: tenho o direito de querer passar os meus valores aos meus filhos, sem que nenhum governo vagabundo se intrometa! Da mesma forma que famílias mais – como é que se diz mesmo? – “modernas e descoladas” têm todo direito de educar suas crianças como bem entendem. Essa é a vida normal em sociedade. A aberração é ver o Estado querendo ditar parâmetros de comportamento moral!

Isso tudo para não dizer que rejeitar vídeos sobre beijo lésbico para crianças de menos de dez anos não me parece algo “conservador”. É, antes, questão de bom senso básico! O que pretendem os “especialistas e estudiosos” arregimentados pelas ONGs e pelo governo? Despertar em crianças inocentes certas curiosidades que, sem o “material de apoio” estatal, elas nunca teriam? Cristo!

Repito: a questão não é que tipo de relacionamento afetivo-sexual seja apresentado a crianças. A questão é que o Estado decida fazer qualquer tipo de discussão dessa natureza! É aí que reside o problema. Pouco importa se deve ser considerado normal que um rapaz de 15 anos queira se vestir de mulher. Isso é problema dele com a família dele, não das demais famílias brasileiras. Eu sei é que quando – e se – eu achar que é momento de discutir essa e outras questões com meus filhos, eu o farei.

No mais, mantenho o que já afirmei antes: expor crianças a esse tipo de debate é CORRUPÇÃO DE MENORES e MOLESTAMENTO INFANTIL! É preciso que todas as pessoas civilizadas se oponham a semelhante monstruosidade, e obriguem os burocratas estatais e os ongueiros do pensamento politicamente correto a tirar suas mãos sujas de cima de nossas crianças, antes que a ditadura das minorias estupre mentes indefesas.

—–
P.S.1: Nem percam seu tempo tentando “abrir meus olhos” para o fato de que há animais como o deputado Jair Bolsonaro que também se opõem ao “kit gay”. Pro diabo! Não decido meus lados, meus argumentos e meus valores com base no que os outros pensam. E não tentem jogar um imbecil como Bolsonaro na minha cara, porque já escrevi dizendo o quanto esse senhor é estúpido aqui mesmo, neste blog.

P.S.2: Notem que as escolas brasileiras se preocupam em ensinar “até onde deve ir a língua num beijo lésbico”, mas cadê a preocupação com a literatura, com a gramática e com a álgebra? Não é sem motivo que a educação aqui seja esse lixo, que todos conhecemos…

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4 ideias sobre “>Um "kit gay" distribuído para crianças, nas escolas? Isso é MOLESTAMENTO INFANTIL! Vou além: É CORRUPÇÃO DE MENORES!

  1. Gabriel Tatagiba

    >Eu não vi nada demais na reportagem. Quando estava na 5º série, tive que apresentar um trabalho sobre os orgão sexuais masculino e feminino. Ninguém protestou, como ninguém protesta quando não se trata de gays. Mas havendoo homossexualismo no meio, logo aparecem críticas. No fundo, parece que você acha que isso "influencia a criança a ser gay". Mas isso não se influencia. O que – me parece – está se ensinando é a não ser homofóbico, mostrando a realidade de alguém que pode ser o colega sentado ao lado.

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  2. Carlos

    >Quando estava acompanhando a campanha eleitoral do Amapá (principalmente pelos blogs da Alcinéia e da Alcilene – pois não moro aí ainda, fui aprovado em concurso e devo me mudar em breve) comecei a antipatizar com vc por ser de direita e achar que eu era de esquerda. De lá pra cá, fui observando um monte de ocorridos e declarações suas e percebi que não quero ser "de esquerda" pois sou um cara direito. Hoje acho você muito correto e gosto de visitar seu blog.Quanto aos kits gays, onde é que querem chegar com isso tudo?O Estado já tem tantas funções essenciais vai querer tomar o lugar da família… concordo com vc Yashá, a educação moral dos meus filhos é, e deve continuar sendo, coisa de família. Então, ensino religioso não pode por que vai, dependendo da formação religiosa do professor, ter inclinação para essa ou aquela religião, e pode tratar de temas relacionadas a Sexo…Acho que esses educadores devem (ou deveriam) ter coisas mais importantes para discutir a respeito da educação… #FicaaDica

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  3. Morena Flor

    >Olha, Yashá, quero ver mais de perto este tal kit.Me parece ser mais um material educativo, assim como existe educação sexual q ensina sobre a sexualidade, os órgãos envolvidos, etc.Vou ver e comentarei sobre ele.

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  4. >Caraca!Quem tem filhos TEM A FUNÇÃO COMO PAI DE EDUCAR..não é o eschstado que tem que fazer isso! O eschstado tem que CUIDAR DA EDUCAÇÃO (Educação NO GERAL), SAUDE E GERAR EMPREGOS!

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