Ernesto “Che” Guevara: uma verdade inconveniente.

Há cerca de oitenta e três anos (a data exata foi 14 de junho) nascia, em Rosário, na Argentina, Ernesto Guevara. Aquele que depois se tornou “El Che” e foi para Cuba construir, ao lado de Fidel Castro, o “outro mundo possível”, teve uma juventude até bem pacata, ocupado com os estudos da faculdade de medicina. Vivesse ele nestes tempos, vários especialistas especulariam sobre os vídeo-games, filmes e jogos de RPG que o jovem nerd argentino gostava, na tentativa de explicar a atração que ele veio a mostrar pela morte e pelo terror.

Em vão. A resposta para a violência não está no Mortal Kombat hoje, assim como não estaria também em meados do século XX. Para entender a história de Che Guevara, há que se começar aceitando que ele foi um sociopata, não um herói. A uma certa altura da vida, o jovem que cruzou a América Latina de motocicleta e se dedicou a tratar voluntariamente de leprosos, decidiu que curar os enfermos não era mais suficiente. Em vez disso, para construir um mundo mais “justo, igualitário e fraterno”, Guevara preferiu o caminho do assassinato em massa.

O jovem Ernesto Guevara, quando ainda não era um homicida compulsivo, mas apenas um menino querendo brincar com sua bola...

Meu palpite é que a cantilena marxista o seduziu, fazendo-o lambuzar-se com gosto naquela pocilga ideológica. Tivesse ele lido a Escola Austríaca, teria percebido que reduzir o tamanho do Estado é melhor, mais prático e menos doloroso do que reduzir o número de pessoas por meio de balaços na nuca… Mas, quê! Depois de se arrepiar ao ler que “um espectro ronda a Europa”, não foi mais possível trazer o sujeito de volta à razão. E tome assassinato!

“El Che”, que tinha esse apelido por conta do seu – como direi? – “cheiro peculiar” (pesquisem antes de negar isso, esquerdistas! São os amigos dele que contam o fato.), decidiu que contra a tirania “do mal” de Fulgêncio Batista, só poderia haver a tirania “do bem” comandada por ele e pelos irmãos Castro. Eu, revolucionário de sofá que sou – incapaz de matar uma mosca! -, acho que as duas tiranias merecem ir pra lata de lixo da história! Acredito nessa coisa chamada democracia representativa, uma invenção ocidental que, apesar dos defeitos, vem se mostrando bastante aceitável. No mais, como recusar algo criado pelo ocidente liberal, a mesma civilização que nos brindou com a poesia de Shakespeare, os antibióticos, o sorvete e, last but not least, o cappuccino?

Os jovens que idolatram Guevara sentem comichões no baixo-ventre sempre que repetem a famosa frase do “endurecer sem perder a ternura”. Eu, que li a Escola Austríaca, prefiro lembrá-lo por outra citação, ainda mais marcante para a história de sua obra homicida: “A ação mais positiva e forte, independentemente de qualquer ideologia, é um tiro bem dado, no momento certo, em quem merece.”

Percebam que é a síntese perfeita do “outro mundo possível” que ele pretendia criar – e com o qual seus cultuadores sonham ainda hoje. Todo o pensamento político-ideológico, todos os postulados econômicos e sociológicos do universo comunista resumidos no ato de dar “um tiro bem dado em quem merece”. E quem merece? É aí que se encerra todo o busílis…

Os comunistas se pretendem uma vanguarda libertadora dozoprimido, destinados a colocar um fim ao jugo capitalista. Por isso agem sempre como portadores de uma verdade redentora, fruto de um futuro que prometem glorioso. E aí, em nome de algo intangível (um amanhã paradisíaco e igualitário), ganha-se a autorização moral necessária para perpetrar, no presente, todo tipo de atrocidade.

Você pode jogar na cara deles os 70 milhões de mortos produzidos pela Revolução Cultural chinesa, os 30 milhões assassinados pela URSS stalinista, os 2 milhões de cadáveres do Khmer Vermelho, ou mesmo os mcerca de 100 mil mortos por Fidel, Raúl, Guevara e demais homicidas da Revolução Cubana. Não adianta! Para os seguidores da Igreja Guevariana tudo não passou de “acidente de percurso”, de “baixas colaterais aceitáveis”, em nome da igualdade que surgiria no horizonte pós-revolucionário.

A maioria dos jovens esquerdistas do mundo deveria usar essa estampa nas camisetas, afinal poucos sabem quem ele foi de fato.

O “porco fedorendo” (é isso que “El Che” significa) não se contentou em passar fogo nos adversários para assumir o poder em Cuba. Uma vez instalado no comando do país, Guevara, ao lado dos irmãos Castro, continuou a derramar, sem qualquer constrangimento, o sangue de toda e qualquer pessoa que ousasse se opor ao novo regime.

Aquele que é celebrado como uma sorte de libertador foi o responsável pela criação do primeiro campo de trabalhos forçados da América Latina. Para lá, “El Che” e seus valorosos companheiros mandavam “pessoas que não devem ir para a cadeia, gente que atentou contra a moral revolucionária”. [1] E o que essa vanguarda redentora entendia por “moral revolucionária”? Quem, enfim, merecia ser “reeducado pelo trabalho”? Dissidentes do novo regime, acima de quaisquer outros. Mas também homossexuais e até mesmo pessoas infectadas pela AIDS. [2]

Assim funcionava o “outro mundo possível” implementado em Cuba pela revolução comunista capitaneada por Guevara. Um mundo tão mais justo, fraterno e igualitário, que todos eram obrigados a amá-lo incondicionalmente, sob pena de… bem… levar um tiro nos cornos.

Era o que fazia Guevara quando um dos companheiros ficava saturado da matança e resolvia cair fora. Eutimio Guerra foi executado pessoalmente pelo “porco fedorento”, que fez quetão de registrar num dos seus tantos diários o episódio: “acabei com o problema dando-lhe um tiro com uma pistola calibre .32 no lado direito do crânio, com o orifício de saída lo temporal direito. Ele arquejou um pouco e estava morto”. Notem a frieza da narrativa, o desprendimento com que o sujeito discorre sobre tirar outra vida humana. Isso, meus caros, é um exemplo clássico de sociopatia: não há remorso algum. Tanto que o homicida ainda teve tempo de subtrair os pertences da vítima: “ao tratar de retirar seus pertences, não consegui soltar o relógio, que estava preso ao cinto por uma corrente”. [3]

Todas essas verdades inconvenientes sobre a vida de Che Guevara são conhecidas e tratadas como fatos históricos. Há relatos de ex-companheiros de revolução que narram detalhes ainda mais escabrosos, como o episódio em que o homicida argentino condenou à morte um revolucionário réu de ter roubado um pedaço de pão.

Apenas pessoas com pouca leitura, doutrinadas pelas resenhas que seus professores fizeram a partir dos livros de Emir Sader, são capazes de colocar em dúvida os atos hediondos praticados por Guevara em nome da revolução. Os admiradores do “porco fedorento” que admitem tais atrocidades, tentam lançar-mão do argumento de que tratava-se de uma guerra, e a pena capital é prevista e aceita no bojo de uma organização militar.

Bullshit! Os revolucionários cubanos não eram nem nunca foram um Exército formal, submetido a um Código Penal Militar legalmente instituído. Guevara insurgiu-se contra o Estado de direito cubano e, por conseguinte, contra suas leis – chamadas de opressoras e burguesas. Como invocar, depois, os preceitos de um dos diplomas legais daquele mesmo Estado, outrora inimigo, para justificar a execução sumária de seres humanos?

Não, meus caros. A verdade (inconveniente) é bem outra… Que Che Guevara gostava do homicídio não resta qualquer dúvida, basta ver a exortação a “dar um tiro bem dado”, que mencionei alhures. Reformas sociais? Mudança do status quo? Ruptura com os preceitos capitalistas? Tudo isso se tornou secundário siante do objetivo primordial: varrer do mapa toda e qualquer oposição aos ideais e à moral revolucionária.

Uma das passagens da vida deste “libertador” que mais me marcaram diz respeito ao momento de sua captura, na Bolívia. Ao ser apanhado pelos soldados, disse o valente herói de inúmeras gerações: “Não atire! Sou Che Guevara! Valho mais vivo do que morto.”

Era essa imagem que deveria estampar milhares de camisetas ao redor do mundo, e inspirar pessoas de todas as nacionalidades e idades.

Já ouviram falar de Antonio Chao Flores? Foi um dissidente que se insurgiu contra o regime revolucionário de Guevara. Preso e condenado à morte como tantos outros, Flores foi levado diante de Che e do seu pelotão de fuzilamento. O jovem, então com cerca de vinte anos, ergueu o rosto para seus algozes e, rasgando a camisa, gritou: “Atire aqui! Bem aqui, no peito! Como um homem!” E com a tranquilidade de um sociopata que ordena um homicício como quem pergunta que horas são, o “porco fedorento” ordenou aos seus assassinos: “Fuego!”

Não é preciso ter lido a Escola Austríaca para saber qual dos dois personagens terminou a vida como herói… Enquanto o “redentor de todo um povo”, Ernesto Che Guevara tremia de medo e implorava por uma clemência que sempre negou aos seus inimigos, Chao Flores erguia os olhos para encarar a face escura da morte.

Fosse vivo, “El Che” teria completado 83 anos no último dia 14 de junho. Folgo em saber que ele não caminha mais por este vale de lágrimas. O mundo é sem dúvida um lugar melhor sem a presença de um covarde entusiasta do homicídio.

_____

Notas:

1 – ANDERSON, Jon Lee. Che – uma biografia.

2 – BERMAN, Paul. The cult of Che.

3 – ANDERSON, Jon Lee. Che – uma biografia.

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34 ideias sobre “Ernesto “Che” Guevara: uma verdade inconveniente.

    1. yashagallazzi Autor do post

      Confesso que não entendi… Você está admitindo que Guevara cometeu “pecados”, mas que não se pode criticá-lo porque, afinal, todos os temos? É isso?!?! Porque, se for, é coisa digna de levar umas chibatadas, iguais as que Jesus aplicou nos vendilhões do templo.

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    2. waldir oliveira

      quer dizer que qualquer fim, por mais nobre que seja, justifica os meios empregados? o capitalismo mata? e o socialismo? e o comunismo? em nome de tudo isso matou-se muita gente sem que haja um só exemplo de que valeu a pena.

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  1. Regina Brasilia

    Uma aula, que desnuda a criatura. Que, para mim, nem ligava muito para a ‘doutrina’: era, tão somente, um psicopata. Grau bem próximo do 40, pela escala Hare.

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  2. George

    Muito bom! Vi você cobrando no Twitter e também espero pra ver alguém rebatendo os fatos apresentados.

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  3. Regina

    Então as suas tão cantadas “fontes” não passam de escritores estadunidenses, que precisam se curvar aos desejos do mercado editorial para vender seus livros? Bela porcaria.

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    1. yashagallazzi Autor do post

      Regina, eu teria de bom grado parado de ler o seu comentário na parte do “estadunidenses”… DESAFIO valendo um milhão de reais em barras de ouro (que valem mais do que dinheiro!): me aponte num mapa esse curioso país chamado “ESTADUNIDOS”. Francamente…

      Bom, caso você não saiba (e você não sabe!), Jon Lee Anderson está muito longe de ser um “anti-Che”. Sério, procure conhecer a biografia do cara, antes de sair por aí escrevendo bobagens. Anderson ficou – veja que coisa! – REVOLTADO ao perceber que sua obra estava servindo para revelar o Che real. Em outras palavras, ele esperava mostrar que as atrocidades do assassino serviram a uma “boa causa”. Os horrores que ele narrou foram cuidadosamente “contextualizados”, para que parecessem menos hediondos ao leitor. Em vão, claro. Criar um campo de concentração para homossexuais é sempre nojento, não importa se o objetivo final for o “outro mundo possível”.

      Pois quando ele percebeu que estava contribuindo para expor a verdade sobre o “mito” Che, ficou puto da vida! Googleie aí, e verá que ele mais de uma vez ficou de chororô diante textos como o meu, que usaram seus escritos como fonte.

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      1. EDutra

        Sem defender qualquer atrocidade, pois extremo nunca é o caminho. Porém temos visões polarizadas – nem tanto o céu nem tanto a terra. Homem falha, erra caminhos se perde. Mas sabemos sim que houve e há interesses bem maiores que levam a este tipo de reação. A exemplo do estado islâmico. “Estadunidense” é um adjetivo gentílico referente ao povo dos EUA, que tem também interesse nesta polarização. No vídeo do link abaixo pode se ter ideia de como se manipula o povo para interesses de quem tem mais poder, a revolta nasce e o homem aflora em um ser selvagem e furioso. Dinheiro, egoísmo,poder e vaidade é o que reina.
        https://www.youtube.com/results?search_query=confessions+of+an+economic+hitman

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  4. ana paula silveira

    quer dizer que da escola que o “capirotinho” veio…. então na “papuda ” só tem “santinho”, estamos bem arranjados “cruz credo”.

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  5. ana paula silveira

    Jesus falou pra atirar pedra nesse caso de prostituição,(como recomendava a lei da época), ninguem atirou porque a maioria ali tinha o rabo preso.Afinal a maioria da galera ali era de homens e não tinham muitas prostitutas naquela cidade, o que se deduz, que muitos ja tinham passado pela mão dela, mas assassinato de cem mil? Qual teria sido a reação de Jesus? Como Ele seguia o que geralmente estava escrito na constituição….É simples, é só pesquisar qual a pena da época para esse tipo de crime. A S S A S S I N O S

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  6. Marco Antônio

    O problema é que a maioria dos interloctores da esquerda que dialogam com o Galazzi são do tipo que não querem fazer balanços e tirar conclusões dos fatos históricos. Aí o Galazzi pinta e borda! Bem feito!
    O correto, creio eu, para quem se reivindica socialista é admitir os erros. Não como fatos isolados ou coisas menores. Até hoje, por exemplo, o PCdoB reivindica (acreditem!) a Revolução Cultural chinesa.
    O Che é um caso a parte. A questão é que o Che virou um símbolo muito maior do que a sua biografia real. Ele representa, queiramos ou não, uma ruptura com a pequena burguesia, um ideal de mundo melhor, de entrega da vida por uma causa. Nunca tive acordo com os tribunais revolucionários sumários. Uma coisa é Guerra Civil, outra coisa é execução depois da Revolução. Aliás, essa característica dos “partidos-exército” ou “partidos-guerrilha” com a estrutura onde há um “comandante em chefe” é, em grande parte, assassina de revoluções. Quando se toma o “poder” quem está tomando? O Comandante em Chefe ou o povo?
    Essa e outras tantas reflexões devem servir para a esquerda atual.
    Qual o programa correto para um socialista hoje em relação à CUBA? Para mim, que caia Fidel e a Ditaduro do PC. Liberdade de partidos (inclusive os da direita); liberdade dos sindicatos; RETROCEDER urgentemente a abertura econômico em curso; etc e etc…
    Agora também tem uma coisa Yashá, é bom, sinceramente, que ponha os dedos nas feridas da esquerda. Porém, queria ver o mesmo grau de coerência sobre os males que os ícones liberais e o próprio liberalismo econômico causam. Que tal começar com a seguinte questão: “Você defende mesmo como BOM, coerente ou pelo menos razoável, um sistema econômico onde grande parte das pessoas necessariamente sofre? Agora mesmo, só enquanto escrevo essa humilde réplica, quantas pessoas morreram de fome mundo a fora? É culpa dessas pessoas que estão morrendo de fome a sua própria morte?
    Saudações socialistas.

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    1. Anônimo

      La, na sua Cuba, o povo não sofre de fome? porque existem mais cubanos fora de Cuba do que residentes?, te respondo: eles preferem arriscarem a morrer fugindo a continuar morando em Cuba, na miséria. Duvida? faça como eu, vá em Cuba e conhecerás o significado da verbo “ATRASO.

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  8. Raphael Barbosa

    Graças a Deus, mesmo após anos de doutrinação marxista rasteira pelos professores de História, de Geografia e de Literatura, não virei comunista. Duvido que algum deles tenha lido O Capital. Todos foram doutrinados pelo lixo Emirsaderiano e queriam nos doutrinar com o refugo do lixo.
    É incrível como os comunistas conseguem defender suas ideias quando a prática é pura contradição. Dizem que o futuro é de felicidade, mas como ser feliz se o comunismo tira, de antemão, toda a liberdade de pensamento? E como construir um futuro de prosperidade eliminando toda a vontade de crescimento?
    O mais incrível é que vivemos em uma época em que se pode falar mal de Jesus, Buda, Gandhi e Maomé (este, pelo menos no Ocidente) sem problemas. É até encorajado. Os padres comunistas da Teoria da Lixeização despem Jesus de todo o seu lado divino e o apresentam como um mero revolucionário! Tipo um precursor do Che idealizado que eles fingem que existiu. Reduzem Cristo a nada e elevam um porco fedorento à divindade.
    De toda a biografia de Che, a parte que mais deveria ser lembrada é “Não atire! Sou Che Guevara! Valho mais vivo do que morto.”. Que covardche!

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  9. Raphael Barbosa

    O Marco Antonio pergunta “você defende mesmo como BOM, coerente ou pelo menos razoável, um sistema econômico onde grande parte das pessoas necessariamente sofre?” Este é o CAPITALISMO. O COMUNISMO é “um sistema econômico onde TODAS as pessoas necessariamente sofrem”.

    Ora, Marcos. Você quer como exemplo de capitalismo a Somália? A Bolívia? Compare a Coreia do Norte com a Coreia do Sul. Ou, quando existiam, a Alemanha Oriental e a Alemanha Ocidental.

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    1. yashagallazzi Autor do post

      Aproveitei as colocações do Marco Antônio no post acima deste. Olha lá! Respondi com detalhes ao que ele falou.

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  10. Olegario.

    Muito engraçado isso.
    Mas muito engraçado mesmo!!!
    O sujeito viveu fazendo a obra do capeta: Roubando, matando e destruindo.
    Morto, querem invocar a Cristo: Quem não tiver pecados….
    Ora, desse jeito ninguem vai para o inferno.

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  11. Eldo Santos

    Um dia postei no twitter que não dava pra levar a sério neguim que tinha como BG foto do Che. Esse texto mostra que eu tenho razão. Parabéns.

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  12. Arthurius Maximus

    É importante ressaltar que Che, como revolucionário, sempre foi um fracasso. Usado como peça de marketing pelos Castro ele foi fenomenal. Afinal de contas era um jovem de família rica que “endireitou-se” ao adotar a revolução socialista como filosofia. Ao sair de baixo das asas do marketing castrista só fez “m.” no Congo teve que sair corrido e fracassou miseravelmente ao tentar impor os ideais por lá. Tendo a aventura sido tachada de “delírio africano de Che” pelos seus próprios aliados cubanos e soviéticos. Na Bolívia e Colômbia igualmente fracassou tendo acabado pelas mãos dos próprios companheiros que já não aguentavam mais os fiascos revolucionários e o “caguetaram” para o exército boliviano.

    Essa é a verdade por trás do mito. Mas, a quem interessa? Afinal de contas, pelo menos para vender camisetas ele serve.

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  13. Anônimo

    Otário capitalista. Sua cabeça é mais uma feita pelo sistema, qualquer coisa relacionada ao comunismo é abominada, já que, o que os hipócritas querem ver é a desigualdade, com uma grande massa de pobres para serem explorados, ao invés de seres humanos recebendo os mesmos salários e as mesmas condições. Che matou não por ser um assassino, mas porque lutava pela liberdade de um povo, oprimido pela Babilônia americana (USA). Emancipate yourselves from mental slavery.

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  14. Anônimo

    Acho melhor matar para mudar esta MERDA de mundo que esta agora,do que ficar d braços Cruzados,e achar que assim esta tudo bem!!!!E quantas pessoas os Americanos Matarão?? quantas guerras que não da conta deles se meterão???Estupravão Vietnamitas,Che falou bem.não deveria ter 1,2,3.. mas 10 guerras do Vietña,pra fuder os Americanos que se achão donos do mundo. Vocês Acreditan que eles forão pra lua,ahaha..Depois da grande Depressão?!?!?!?!???? Quanta ingenuidade.

    Resposta
  15. Felipe

    Acho melhor matar para mudar esta MERDA de mundo que esta agora,do que ficar d braços Cruzados,e achar que assim esta tudo bem!!!!E quantas pessoas os Americanos Matarão?? quantas guerras que não da conta deles se meterão???Estupravão Vietnamitas,Che falou bem.não deveria ter 1,2,3.. mas 10 guerras do Vietña,pra fuder os Americanos que se achão donos do mundo. Vocês Acreditan que eles forão pra lua,ahaha..Depois da grande Depressão?!?!?!?!???? Quanta ingenuidade.

    Resposta
  16. Antonio Luiz

    Então a Revolução Francesa foi o que? o ápice da decadência humana?
    A hipocrisia consome a pessoa, torna a vida uma decadente doença que te mata lentamente.

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  17. Diego Trilha

    Olha meu amigo, ele foi a resposta imediata à sociedade épica, para que você entenda melhor: se a traição, a vida desregrada, o sexo tido como prazer e glória, e esquecido como deveria ser (proveniente do amor) o HIV é a cura, afinal, hoje vc pergunta a um jovem casal, qual o maior medo, ter um filho precocemente ou pegar AIDS, todos responderão a mesma coisa. Meu caro amigo, pense em outra situação, Já imaginou como seria você cegar em uma guerra, e tentar convencer seus oponentes pregando-lhes o amor, Guevara foi um ícone para a situação, ele foi a cura que o governo corrompido teve, mas como coisa ruim não se vai fácil, ele morreu e Cuba continua na mesma merda, amigo, vou lhe advertir, não adianta passar pomada no pé, para câncer no cérebro… abraço. (minha opinião)

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  18. Gustavo Fernandes

    “No mais, como recusar algo criado pelo ocidente liberal, a mesma civilização que nos brindou com a poesia de Shakespeare, os antibióticos, o sorvete e, last but not least, o cappuccino?”
    a sociedade ocidental só se desenvolveu com sangue, escravidão, traição e exploração de terras alheias, mas isso você esquece em prol das comodidades e prazeres que ela lhe oferece.

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  19. Anônimo

    existen 2 coisas que emporcalhao e corrompem o mundo a tanto tempo… todas as religioes e o capitalismo .. so os 2 juntos ja cometarao muitas carnificinas e estupro e crimes ediondos por todo o planeta…veja os paises de 1 mundo como ex: suecia e noruega,
    como sao livre do capitalismo e de qualquer forma de religiao so assim o homen e livre para viver sabiamente e feliz…

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  20. Vinícius

    Vós, comunistas que aqui comentam, mudem-se para Cuba. É muito fácil enaltecer o comunismo e criticar o capitalismo mas sonhar em ser rico, em ter um bom carro, uma boa casa… A diferença é que no capitalismo todos nós podemos ter isso, já no comunismo apenas a alta elite possui – os governantes e generais militares.

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    1. Anônimo

      Interessante como meus amigos mais comunistas/socialistas/ripongas/radicais ecologicos são todos funcionários concursados…tudo vivendo as custas do governo capitalista…e reclamando d dentro d suas caminhonetes mitsubishi…descarados incoerentes…Ninguem quer ir pra Cuba ou pra China q é bom, né?

      Resposta
  21. Hugo

    Desculpe dizer, mas sua análise, que mais parece uma baixiaria, é simplesmente deplorável e deprimente. Aprenda primeiro a fazer uma verdadeira análise crítica para depois voce escrever essas merdas ai.

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