Top 10 coisas comuns na Europa, que parecem inacreditáveis pra nós.

Eu volto de uma viagem pra Europa e é inevitável que amigos perguntem: “E aí, como foi lá?” A conversa começa e segue até o momento em que, sem nem me dar conta, menciono alguma particularidade do “velho mundo” que, aos nossos olhos de brasileiros, parece coisa de outro mundo.

É curioso (e, confesso, divertido) narrar alguns aspectos próprios da cultura e da vida européias, vendo a cara de espanto dos interlocutores. Algumas vezes, a galera desconfia mesmo! “Que nada, cê tá zoando! Isso não existe!”

Mas existe! Para ilustrar, resolvi fazer um Top 10 das coisas que considero absolutamente comuns na vida dos europeus, mas que para nós, nascidos neste país-tropical-abençoado-por-Deus-e-bonito-por-natureza-mas-que-beleza, parecem saídas de histórias de ficção científica. Taí:

1 – Posto de gasolina SEM FRENTISTA!

É eu mencionar isso, e meus amigos brasileiros ficarem de queixo caído. “Como assim?! E quem coloca a gasolina?! E como paga?! E se o maluco fugir sem pagar?! E se explodir a porra toda?!” Essas são só algumas das perguntas que a galera me faz.

Primeiro, xeu esclarecer pra vocês: é claro que existem postos de gasolina com frentista na Europa. A questão é que além desses tradicionais há aqueles em que ficam lá só as bombas de combustível e você tem que se virar, meu amigo.

“Ah, grandes merda! Se existe posto tradicional, é só procurar um desses.” Sim, você pode ir no que preferir. Mas tem um detalhe: o preço do combustível é sempre mais barato nos postos self-service. A razão é óbvia: sem frentista o dono do posto tem menos despesas. Se tem menos despesas, os custos diminuem. Se os custos diminuem, os preços caem. God bless capitalism!

Abastecer sozinho o carro é bem simples, basta saber ler e raciocinar logicamente. Via de regra, você chega, digita no computadorzim da bomba de combustível quanto quer pagar, aí vai e coloca a gasolina em seguida. A bomba trava no momento exato em que completar o valor que você digitou no início da operação. Et voilà!

Durante o dia, é comum que as lojinhas dos postos (quase todo posto tem uma lojinha dessas de conveniência) estejam lá pra receber o pagamento. Aí, se você preferir, pode primeiro abastecer e depois pagar diretamente no caixa.

“Mas o maluco pode abastecer e fugir sem pagar!” Pode. Se ele for um turista vagabundo, beneficiário do Bolsa-Família e/ou Android user. Mas não se enganem: há câmeras em todos os postos, e a polícia será avisada da sua “brincadeirinha”…

2 – Sistema self-checkout nos supermercados.

Estranhou posto de gasolina sem frentista? Pois agora imagina um caixa de supermercado sem aquela tiazinha que passa as compras e recebe a grana. Impossível? Ficção científica? Fringe? Não, amigos. Isso é muito comum lá nazorópa.

Funciona exatamente como um caixa normal, a diferença é que você faz a leitura dos códigos de barra dos produtos no lugar de um funcionário do supermercado. Cê entra, pega seu carrinho, junta suas compras e, na hora de sair, vai passando um produto de cada vez no leitor óptico, enquanto o computador dos caras soma o valor.

No final, basta escolher se vai pagar em cartão ou dinheiro, e pronto! A máquina termina o processo de pagamento e você vai pra sua casa muito mais rápido, afinal o ser humano é um animal preguiçoso e a maioria das pessoas prefere encarar as filas dos caixas onde estão as tiazinhas contratadas pelo supermercado, a fazer o trabalho pessoalmente.

“Caraio, mas devem roubar muita coisa!” Taqueopariu, ceis só pensam nisso, seus farofeiros?! Sim, claro que dá pra roubar os produtos. O que impede que isso aconteça é o caráter da galerinha, educada em – como direi? – “outros padrões”… Sem falar que os vigilantes podem a qualquer momento desconfiar das caras corintianas de vocês, e obrigá-los a mostrar as compras. Aí, quem bancou o espertinho vai dormir na cadeia, hehehe.

3 – Embalador de compras? O que é isso?!

Lá na Europa (e acho que em algumas cidades maiores e mais desenvolvidas do Brasil, também) simplesmente não existe mais a figura do embalador de compras. Você vai no supermercado, escolhe o que quer levar, passa no caixa (o tradicional, ou o do sistema self-checkout) e, depois, cuida de embalar suas tralhas, maluco! Ninguém vai fazer isso por você, e o próximo freguês também tá com pressa!

O que a gente faz lá é já ir embalando as compras tão logo a tiazinha do caixa vai passando elas, de modo a agilizar o processo todo. Aí, quando chega a hora de pagar, os produtos já tão todos dentro das sacolas. Putz, bem lembrado! Tem o lance das sacolas…

4 – Quer uma sacolinha pra embalar suas compras? TEM QUE COMPRAR!

Sacam essa neurose da Igreja do Aquecimento Global dos Últimos Dias, que vive nos ameaçando com um armagedom horrendo caso não paremos de jogar no lixo garrafas pet e sacolas plásticas? Pois é, o Brasil – como sempre! – chegou atrasado. Na Europa os caras já tão nessa onda há muito mais tempo.

Para desencorajar o uso das famigeradas sacolas plásticas de supermercado, a galerinha decidiu cobrar por elas – o que, convenhamos, é um lance de gênio! Aí, ou você compra cada sacolinha por cinco centavos de euro, ou se vira e passa a usar aquelas reutilizáveis, que tão começando a virar moda por essas bandas agora.

“Ah, só cinco centavos?!” Pois é, só. Eu também penso a mesma coisa, mas só porque não moro lá. Imagina quem precisa ir no supermercado toda semana, comprando umas dez-quinze sacolinhas cada vez. Aí neguinho já se sente otário, né? É por isso que todos os nativos usam as sacolas ecologicamente corretas (que eu prefiro chamar de economicamente corretas, afinal salvam os nossos bolsos…). Aliás, dessa vez eu também comprei três dessas, pra parar de pagar pelas sacolinhas plásticas. [Beijo, Marina Silva!]

5 – Quer um carrinhos no supermercado/aeroporto? TEM QUE PAGAR!

Sim, precisa pagar mesmo. Mas é só um empréstimo: você deposita uma moeda, pega o carrinho, usa pro que precisa e, ao final, devolve. Aí, quando devolve, pode pegar sua moeda de novo. Na verdade, é mais como uma consignação

Em todo canto você vê isso: supermercados, shoppings, aeroportos… Você vai conseguir um carrinho pra quebrar o galho se tiver nos bolsos uma moedinha de 0,50, 1, ou 2 euros. No final, como dito, basta devolver o carrinho pra pegar a moedinha tão preciosa de volta (ou, se você está com muita pressa, pode largar o carro em qualquer canto e abrir mão da moeda). Simples assim.

O curioso é que isso é algo tão distante da nossa realidade, que pega todos os turistas brasileiros de surpresa. Uma das coisas mais hilárias do mundo é ver a galera tupiniquim penando na tentativa de ARRANCAR os carrinhos dos postos de retirada, sem entender por que caráleos “essas merdas tão presas”. PQP, só de lembrar já tô rindo aqui!

Mais bacana que isso é quando eles finalmente descobrem o sistema, e saem no meio dos outros passageiros pedindo “””””emprestada”””” uma moedinha pra pegar o carrinho. Véi… Eu sempre chego na Itália de bom humor, a despeito de uma viagem internacional de 10 horas, porque esses malucos me proporcionam uma sessão de risos espetacular!

Claro que eu, como bom brasileiro, sempre levo umas moedinhas a mais pra socorrer meus conterrâneos Symbian users. Aproveito e forço no acento italiano, pra eles pensarem “nossa, como são simpáticos aqui na Itália”. 😉

Tenho uma teoria sobre isso: aposto que os seguranças dos aeroportos gostam de ver a galera quebrando a cabeça com os carrinhos, porque é inexplicável que não haja uma única maquininha daquelas de câmbio de dinheiro, bem ao lado dos carrinhos. Só pode ser pela zoeira com a turistada…

6 – Meia margherita, meia quatro queijos? Negativo! Lá é UMA PIZZA PRA CADA UM!

Taí uma coisa que sempre causa espanto na galera daqui. Quando você for numa pizzaria na Europa pela primeira vez, o primeiro susto será ao ler o cardápio: 1) há uma infinidade de sabores; 2) não há tamanhos diferentes. Pequena, média e grande? Esquece! Lá é tamanho único: algo entre a média e a grande daqui. E é uma pizza pra cada um!

“Como assim, caráleo?!” É, assim. Cada freguês pede uma pizza inteira para si. Você fala: “quero margherita” e o garçom vai e te trás uma pizza inteira de margherita, pra você comer sozinho. Pensa no susto da turistada quando vê isso pela primeira vez, hehehehe…

7 – Quer uma Coca-Cola gelada? SE FUDEU!

Pra não dizerem que nunca reclamo da Europa: lá é quase impossível comprar refrigerante, água ou cerveja bem gelados. Sacam esse “bem gelados”, né? Do jeito que a gente gosta aqui: trincando!

Eu nunca entenderei por que diabos eles tomam essas coisas quentes (no máximo levemente frias)… Quando a gente pega um dia de sol por lá e tá com calor, é angustiante não conseguir uma Coca bem gelada pra refrescar… No desespero, compra-se qualquer uma e aí vem aquela desgraça quase morna… Argh!

Descobri três formas de escapar disso e conseguir bebida gelada: 1) nas maquininhas de self-service, dessas que ficam na rua; 2) nos fast-foods (porque aí dá pra pedir muito gelo!); e 3) comprando em barraquinhas de estrangeiros. Atentem: tem que ser barraquinha de estrangeiro mesmo! De preferência um africano: o maluco tá acostumado com calor e também gosta das bebidas bem geladas. Costumo dizer que nunca serei contrário à imigração por conta disso: os marroquinos e argelinos nos salvam com suas Cocas geladas.

8 – Você joga o papel higiênico no lixeirinho? SEU PORCO!

Taí uma coisa que pode parecer muito insignificanete, mas chama a atenção de quem vai à Europa pela primeira vez: papel higiênico usado deve ser jogado no vaso, não no lixeirinho. Na maioria dos lugares, aliás, nem lixeirinho perto do vaso existe!

E se você já foi à Europa, limpou esse traseiro gordo e tascou o papel imundo em outro lugar que não o vaso, saiba que passou por porco diante dos nativos.

9 – Ônibus sem cobrador.

Pois é, a pessoa compra o bilhete (ou um cartão onde coloca créditos para um dia, uma semana, um mês, um ano…), entra no ônibus, se dirige até uma das maquininhas que ficam dentro do veículo e tasca o bilhete dentro (ou passa o cartão na frente do leitor óptico). Pronto, simples assim.

E, sim. Eu sei que com a mente criminosa de vocês, estão todos pensando algo como “nossa, mas assim fica fácil de viajar sem gastar a passagem”. Verdade, dá pra neguinho subir no ônibus, não inserir o bilhete na máquina e viajar de graça. Mas isso é ser desonesto, meus caros. E aí voltamos pro que já falei antes: os valores lá não são como cá… A arte do “jeitinho” e do “sou esperto e passo os outros pra trás” são instituições brasileiras que não imperam no primeiro mundo. Por isso eles são o que são, e nós somos o que somos…

10 – Nota fiscal até em venda de balinha.

Esse é uma das coisas que mais me surpreendem na Europa, mesmo depois de váááárias viagens que fiz até lá: toda e qualquer comprinha que você fizer vai gerar uma nota fiscal. E mais: o vendedor vai fazer questão de entregar a notinha a você.

“Ah, mas isso é lei no Brasil também.” Sim, mais uma dessas leis que, como se diz por aqui, “não pegou”… O que faz a coisa lá ser tão diferente, é que todos os vendedores imprimem a nota (ou o cupom) fiscal sempre, sem nunca perguntar se o cliente quer. Eles sabem que é lei, portanto cumprem. Que maravilha, heim?

Você entra no bar e pede um café, paga um euro e a vendedora vai lá, imprime seu cupom fiscal e larga ele no balcão, na sua frente. Aí, se na hora de sair você virar as costas e esquecer o cupom lá, ela te chama só pra lembrar que é preciso ficar com ele. A paranóia dos caras é fácil de entender: se algum policial/fiscal estiver pelos arredores e abordar um cliente recém saído de um estabelecimento, e o sujeito não tiver a nota fiscal, vai dar merda pra ambos (cliente e vendedor)!

_____

E aí? Algum leitor culto e viajado deste blog, que já foi à Europa, lembra de mais alguma coisa comum por lá, que aqui parece algo de outro mundo?

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35 ideias sobre “Top 10 coisas comuns na Europa, que parecem inacreditáveis pra nós.

  1. T-Wolve

    O do papel higiênico no lixeirinho foi pra tirar o fôlego da galerinha, heim? Hahahahaha!

    Bem vindo de volta! Ótimos posts.

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  2. Rodmir

    há fala sério q vc esqueceu das contradições dos nossos patrícios em relação ao nosso ‘dialeto’..fui assistir uma partida de futebol e me deparei com as placas dos gajos….bicha 1,bicha 2,…..não me contive ri até dar dor de barriga…só eu rachando o bico…depois meu irmão (morador) me explicou bicha em portugal igual fila no Brasil….

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    1. yashagallazzi Autor do post

      É interessante esse lance da expressão bicha, em Portugal. Eu realmente não tinha lembrado disso, mas foquei menos em curiosidades da língua e mais em outros aspectos mesmo.

      Resposta
  3. Skooter

    Fui na Espanha no ano passado e observei algumas dessas coisas, outras não. No supermercado os próprios balconistas empacotavam suas compras, o mesmo que também observei nos EUA e no Canadá.

    As sacolinhas plásticas também eram gratuitas. Carrinho do aeroporto eu não usei, mas no Canadá eu me lembro que não era empréstimo, tinha que botar uma moeda de dois dólares para liberar e recebia só 2 quarters na devolução.

    Também não tive problema com coca gelada na Espanha, não mais do que tive no Brasil ou em qualquer outro lugar. Só tive problema com máquina de refrigerante desregulada que soltava muito mais água que xarope, então eu preferia as latinhas. Além disso, tenho por hábito sempre pedir copo com limão e gelo, mesmo no Brasil, justamente pra evitar o problema de coca-cola quente.

    A questão do papel higiênico no vaso eu vi em Espanha, Portugal, EUA, Canadá, mas acho que só se aplica porque o papel dos banheiros públicos já é próprio pra isso, é fino e dissolve facilmente. Em casa e com papel higiênico comum isso acabaria dando em entupimentos.

    Resposta
    1. yashagallazzi Autor do post

      O interessante é que cada lugar guarda suas particularidades, mas TODOS os países do dito primeiro mundo têm coisas incorporadas aos seus hábitos que parecem saídas de Fringe – para nós, brasileiros.

      Resposta
  4. Vanessa

    Bem legal esse post. Eu moro na Espanha faz um tempo já e viajo bastante pela Europa. Isso de não ter lixo no banheiro me tira do sério e é em todos os lugares! Até nas casas das pessoas, e não importa o “grosso” que seja o papel higiênico. Não entope de verdade, é incrível, o sistema hidráulico daqui é bem feito e em algumas vezes feitos antes da 2ª Guerra Mundial…

    Às vezes até tem um lixinho para jogar outras coisas tipo absorventes, mas está longe do vaso (o braço não alça) e sempre é um suplício! Mas a galera joga no vaso qualquer coisa, até cotonete, depois vai para no mar e você vê na beira da praia (eu vi uma reportagem de uma cara que juntava pra fazer colar, blergh).

    Nesse ano aqui tb virou obrigatório cobrar pela sacolinha no supermercado, como se isso fosse resolver a crise ambiental, ains… Agora eu tenho que comprar sacos de lixo, quando antes reutilizava as sacolinhas. Outra coisa que me estressa muito é não existir empacotador, é um estresse com as compras, a do caixa já vai empurrando as do outro cliente em cima das suas quando tem fila (sempre), te metem pressa, não dá tempo de contar o troco. Na pressa você mistura o detergente com o pão, se sua compra não cabe na única sacola que vc comprou porque calculou mal, e a sacola de 5 centavos é tão fina que rasgou, vc tem que gastar mais 5 cents e, se fode porque a do caixa já está cobrando do terceiro cliente, volta pra fila de novo… Odeio ir comprar sozinha.

    O da coca-cola é totalmente certo, e pior ainda se você pedir um suco, ficam te olhando com cara de “gelo pro suco, tá maluca????” Hahahahah!

    Resposta
    1. yashagallazzi Autor do post

      Putz, que drama, heim, Vanessa? 😉

      O lance de não ter embalador de compras se explica pelo fato de que “as pessoas custam mais” que as coisas aí no primeiro mundo. Por isso é MUITO RARO ver empregadas domésticas, já que sai muito mais em conta pra dona da casa fazer ela mesma a limpeza. Por outro lado, enquanto ela varre o chão pode conferir o Facebook no iPhone novo, que conseguiu comprar por um preço muito melhor que o do Brasil…

      Resposta
    1. yashagallazzi Autor do post

      Com certeza, Brandon. E outras tantas que acontecem… Não é um post pra estabelecer leis locais, mas só mostrar hábitos genéricos. 😉

      Resposta
  5. Gabriel

    Lance de gênio cobrar pelas sacolas ? As sacolas nunca foram DE GRAÇA!

    Não existe almoço grátis(No entanto alguns comunas ainda insistem nisso).

    O valor das sacolas sempre esteve imbutido no preço dos produtos, um centavinho aqui e outro ali é o faz as sacolas serem “grátis” aqui no Brasil.

    Na Rússia você paga pelas sacolas, mas em compensação os produtos são muito mais baratos do que aqui, por exemplo 1kg de arroz chega a sair por 1 real em alguns locais.

    Resposta
    1. yashagallazzi Autor do post

      Preconceitos?! Mas por quê?! Eu só listei coisas particulares de uma realidade diferente, nem tô julgando o que seria melhor.

      Resposta
  6. Carol

    Ta bom, só na Europa o povo é civilizado e educado, e honesto. hahahahaha
    Acho lamentável esse complexo de vira-latas de vocês.
    Claro que não vou negar que na Europa as coisas são mais organizadas que aqui, mas também pq a Europa é antiga!!! Eles já passaram pelos processos de desenvolvimento que o Brasil e muitos outros países estão trilhando. Não dá pra comparar um país de pouco mais de 200 anos (pq o Brasil só foi virar Brasil praticamente depois da fuga da família real portuguesa para as terras tupiniquins) com um continente que já tem sabe lá quantos milhares de anos de história. Vocês acham que tudo foi sempre lindo e maravilhoso na Europa?
    E lembrem-se que fomos colonizados, invadidos e disputados por europeus. Eles têm grande influência no que é o Brasil culturalmente e socialmente hoje em dia. Ou vocês acham que todos os hábitos ruins são coisas herdadas dos africanos?

    Resposta
    1. yashagallazzi Autor do post

      Gente, estão mesmo debatendo A SÉRIO matéria de preconceito em um post claramente escrito na zuêra?! rsrsrs

      Resposta
  7. Pingback: Los tres problemas más graves de Brasil | Atresillando – El blog del Sr. Tresillo

  8. Jadilson Rodrigues

    “Se ele for um turista vagabundo, beneficiário do Bolsa-Família…”
    Esse texto estava até bom mas essa frase crava de preconceito acabou com o texto.
    Esses exemplos mostrados no texto mostram o quanto a nossa sociedade vive no tempo da Casa Grande e Senzala, em que precisa de alguém para servir tudo, e programas de transferência de renda como o Bolsa Família ajudam a quebrar essas relações ao permitir o mínimo existencial as pessoas e proporcionar a elas novos horizontes a não ter que se submeter a trabalhos escravos por conta da falta desse mínimo necessário, e poder proporcionar a seus filhos que apenas estudem e futuramente quebrem o ciclo vicioso que ainda impera no nosso país.
    Além disso a associação entre beneficiários do Bolsa Família e ladrões mostra o quanto com certeza quem elaborou esse post é preconceituoso, ignorante, tem mente colonizada e concorda com as relações escravagistas que ainda imperam em nosso país

    Resposta
    1. yashagallazzi Autor do post

      Cara, o texto tá cheio de IRONIAS. Pelamor de Deus, ter que explicar isso é ruim demais. rsrs

      Resposta
  9. Murilo

    Concordo que seu texto foi bom, tirando as piadas de mal gosto. Se não quisesse ter de explicá-las não as teria feito.
    De qualquer forma, parabéns.

    Resposta
  10. Laiz Sodré

    Com relação ao item 9 sobre não tem cobradores nos ônibus, no Brasil podemos encontrar isso, Goiânia por exemplo, tenho 22 anos e moro aqui desde que nasci e esse sistema de utilizar ticket e cartões magneticos para andar de ônibus é comum desde que eu tinha 5, 6 anos de idade.

    Resposta
  11. Wilian Batista

    Voltando a ponto central do post e deixando de lado as ironias, preconceitos ou coisas do tipo, estive na Alemanha e achei muito estranho mulheres fazendo limpeza em banheiros masculinos ao mesmo tempo em que o mesmo estava sendo utilizado, sem nenhum constrangimento. 😳

    Resposta
  12. anônimo

    Detestàvel o seu linguajar.
    Você sente-se bem falando palavrões ?
    Acha bonitinho esse jeito de se expressar ?
    Pior do que ser um ” beneficiário do Bolsa família ” é ser uma criatura grosseira e mal educada como você !!!!
    ESTÚPIDO E SEM EDUCAÇÃO….Gosta de rir dos outros, tire primeiro a trave dos seus olhos para poder enxergar a própria miséria que hà em você.
    CRESÇA !!!!!

    Resposta
  13. Deborah

    Nossa cara ! Eu não sou muito chegada em blogs de viagem, etc, mas adorei o seu ! Este post merece primeira página ! E você só esqueceu da parte mais engraçada sobre os carrinhos, que são os brasileiros catando carrinhos pra tudo quanto é lado pra ganhar uns euros… Hilário !

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  14. rolf gieseler

    Estive na Sicilia/Italia em agosto/2015 e fui abastecer o carro. Esqueci da malandragem dos italianos… lá a maioria dos postos tem frentistas – poucos mas tem … E QUANDO ELES ABASTECEM TEU CARRO COBRAM +- ,20 CENTAVOS DE EURO POR LITRO PARA ABASTECER – ISTO É ASSIM EM TODA ITALIA … PREÇO DO DIESEL SEM FRENTISTA 1,35 P/ LITRO COM FRENTISTA 1,523 P/ LITRO

    Abraços Rolf

    Resposta
    1. yashagallazzi Autor do post

      Uai, mas não é malandragem. É um serviço de comodidade que você pode – ou não… – usar. Se usar paga.

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  15. WepNET Informática & TI

    Amigo, nunca viajei pra fora muito menos pra Europa, antes quero parabenizar pelas informações.
    Agora pergunto. Tirando os estacionamento com aqueles postes que os caras colocam moedas. Existe estacionamento coletivo como os que têm em shoppings (mall)? Como isso funciona lá?
    Obrigado
    É até mais.

    Resposta
    1. yashagallazzi Autor do post

      Se entendi a pergunta, você quer saber se tem estacionamentos privados. É isso? Se for, sim. Tem. Vários. Funciona como aqui mesmo: você entra, pega o ticket, paga na saída.

      Resposta

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