Um fanático anti-mercado.

Já faz algum tempo que Paulo Moreira Leite não anda escrevendo coisa com coisa… Hoje, em texto publicano na Época, ele resolve tirar uma onda com aqueles a quem chama de “fanáticos do mercado”, destilando todo o seu fanatismo anti-mercado. Acompanhem:

Em sua edição de 27 de janeiro, a reportagem de capa da Economist, leitura obrigatória da elite financeira mundial, ajuda a colocar o debate sobre os rumos da economia em seu devido lugar.

O titulo é bastante significativo: “O crescimento do capitalismo estatal
– o novo modelo dos emergentes.”
Como sabem seus leitores, a Economist é uma publicação com idéias conservadoras em assuntos econômicos. Defende uma presença mínima do Estado na economia, costuma apoiar governos e candidatos de acordo com elas mas não é partidária de idéias irracionais nem fanáticas. [Sim, os grifos são meus. Não sei vocês, mas não ficou bem claro pra mim qual seria a orientação da revista. Acho que nem pra ele, by the way…]
A vantagem para os leitores é que não confunde a realidade com seus desejos. [Diferente do que faz o próprio Paulo Moreira Leite, que passa o texto inteiro tentando torturar os fatos, para que se confessem de acordo com seus desejos.]
Diante da crise européia, a Economist tem sido uma das críticas mais duras da obsessão de Angela Merkel com a austeridade e defende programas de estímulo ao crescimento para tirar o Velho Mundo para o fundo do poço.
Em 2009, quando boa parte da imprensa brasileira preocupava-se em encontrar obstáculos na recuperação do país após a crise de Wall Street, a Economist saiu com uma capa que mudou o rumo da conversa:  ”O Brasil decola.” Ali, lembrava aos leitores que o país havia entrado numa fase de prosperidade e que em breve estaria ocupando um lugar importante entre as maiores economias do planeta. [Sim, hoje este país-tropical-abençoado-por-Deus-e-bonito-por-natureza-mas-que-beleza é a sexta economia do mundo! QUE RUFEM OS TAMBORES! Pouco importa que mais da metade da população não tenha esgoto em casa. Somos orgulhosamente uma POTÊNCIA EMERGENTE! Uma potência que caga no mato, mas, ainda assim, uma potência.]
Essa forma não-provinciana de enxergar a realidade também aparece na reportagem especial de 14 páginas sobre capitalismo de estado. [A velha arte de tentar diminuir a visão que lhe é contrária… Como ele concorda com a revista, ele se torna “não-privinciana”. E vamoquevamo!]

(Pegue o link, em inglês: http://www.economist.com/node/21542931)

Eu acho que essa reportagem merece reflexão de quem se interessa de verdade pelo conhecimento da economia e não pela divulgação de suas convicções e mesmo de seus preconceitos. [É curiosos, porque o texto todo do Paulo Moreira Leite nada mais é do que a mera “divulgação de suas convicções e mesmo de seus preconceitos”…]

Para a revista, assiste-se a um momento em que a crise do “capitalismo liberal ocidental coincidiu com uma forma nova e poderosa do capitalismo de estado nos mercados emergentes.”

Fazendo um balanço histórico, a revista lembra que o papel do Estado na economia mundial cresceu entre 1900 e 1970. Naquele momento, o vento soprava nessa direção. [Nem uma mísera linha sobre como esse crescimento do tal “papel do Estado na economia” ajudou a construir a bagunça toda. Nada…]

Depois disso, as idéias do mercado  ganharam terreno com Ronald Reagan e Margareth Tatcher,as privatizações  e a ruína da União Soviética e seus satélites. [“Ganharam terreno”, não. Ganharam a disputa como um todo, mesmo! Ou alguém pode considerar (a sério!) que, depois do colapso da URSS, ainda exista alternativa possível ao capitalismo?
A partir de 2008, depois da crise do Lehman Brothers e a crise das economias desenvolvidas,  ”a era do triunfalismo do mercado foi interrompida.” [Aham… A “crise das economias desenvolvidas” é tão destruidora, que o salário médio deles – tadinhos! – deve ser umas quatro vezes maior que o nosso, aqui nessa potência emergente. E nem vamos falar do IDH…]
Avaliando as consequências desta situação, a revista afirma que a forma atual de “capitalismo de estado representa o mais formidável inimigo que o capitalismo liberal já enfrentou.” [Ô! Um lado defende o mercado livre e a democracia plena, enquanto o outro tem como grande modelo a China, uma ditadura! Do the math…]
Hoje, “o capitalismo de estado pode reivindicar os maiores sucessos econômicos do mundo para seu campo.” [Claro! Se Brasil imprimindo dinheiro e China controlando ferramentas econômicas na base da canetada podem ser considerados exemplos de sucesso, então tá valendo.] As empresas estatais representam 80% dos valores negociados no mercado de ações da China, 62% na Russia e 38% no Brasil. Comparando taxas de crescimento, a revista recorda que estes países crescem  5,5% ano ano, contra 1,6% dos desenvolvidos. A revista também acredita em 2020 essas economias emergentes irão responder por metade do PIB mundial. [Ou seja, podemos imaginar o tamanho da CATÁSTROFE quando o Estado fizer besteira em uma delas (e ele sempre faz, taí a história pra comprovar…).]
A influencia do capitalismo de estado deve prolongar-se por anos, diz a revista. Isso porque, em função de sucessos localizados e momentâneos, talvez seja necessário aguardar muito tempo até que  ”as fraquezas do modelo se tornem evidentes.” [Opa! Esse é o ponto mais interessante da matéria: a revista tem certeza que os problemas desse capitalismo conduzido com mão-de-ferro pelo Estado vai inevitavelmente acabar mal.]
Partidária da visão de que a economia de mercado sempre será mais eficiente e  mais aberta às inovações, a revista acredita que cedo ou tarde o capitalismo de estado acabará perdendo sua força e poder de atração. [Dãããããã!]

Gostaria de comentar algumas idéias discutidas pela revista. [Mal posso esperar!]

A revista associa mercado e democracia, estado e ditadura. Confesso que até hoje não entendi porque se costuma associar estes dois fenômenos, sempre desta maneira. [Jura?! Tá precisando voltar pros livros de história, amigo.] Num país onde o Estado tem forte influencia na economia, esta atividade passa a sofrer forte influencia do sistema político. Se o regime for uma ditadura, será uma influencia autoritária. Se for uma democracia, irá refletir, após muitos filtros e distorções, o pensamento do eleitor. [Só que uma economia sofrendo forte influência do sistema político (vish!) fica à mercê do partido/coligação que governa. Ferramentas econômicas deixam passam a ser objeto de disputas partidárias e – o que é mais perigoso! – ideológicas. Coisa linda, heim?!] Numa economia dominada pela iniciativa privada, a maior influencia sobre o Estado virá do mercado, ou seja, das empresas privadas e seus lobistas. [Búúúúúú! Capitalismo malvado! Búúúúúú! Empresas privadas!] Não virá do cidadão comum nem da classe média nem dos trabalhadores. [Sim, porque no Brasil – p.ex. – quem influencia a economia são os trabalhadores, né? Não é nem o PT, nem o PMDB. Na China, a galerinha que costura tênis da Nike e planta arroz vive ditando as diretrizes macroeconômicas, como o mundo inteiro sabe. Evidente que não são os burocratas do PC a fazer isso…]

França, Inglaterra e Alemanha são paises que tiveram uma forte influencia do Estado na economia, ao longo do século XX, e não deixaram de ser democracias por causa disso. Nos anos Roosevelt, o Estado coordenou e até dirigiu boa parte do crescimento econômico americano. Seria autoritarismo? As ideias ultraprivatizantes de Augusto Pinochet nunca o impediram de transformar o Chile numa ultraditadura. Há quem diga que a segunda foi condição para que pudesse realizar a primeira. [Paulo Moreira Leite tenta dar um migué na lógica. Ele torce e retorce os termos pra tentar trapacear o leitor, mas o truque é facilmente perceptível: pode haver liberalismo econômico sem liberdade civil. Mas não pode haver liberdade civil sem liberalismo econômico. E aqui fica o desafio: apontem um único exemplo de país onde a sociedade tenha vivido plenamente num regime de liberdades civis, sem que tenha existido mercado livre. SPOILER: não há!]

O nazismo de Adolf Hitler foi um produto direto da obsessão da centro-direita alemã com o mercado e sua recusa para criar medidas para enfrentar o desemprego e a falta de crescimento. [Eita, nóis… Prefiro achar, em benefício do articulista, que o que vai acima não é uma deliberada mentira criada com o intuito de turvar o pensamento do leitor, mas apenas a “boa” e velha BURRICE, mesmo. Então aos olhos de Paulo Moreira Leite Hitler seria um entusiasta do mercado? Logo ele, que declaradamente idolatrava Marx e Lênin?! Logo ele, que criou um troço chamado de Partido Nacional-Socialista?! Se Hitler lesse isso, se sentiria tão ofendido que Moreira Leite correria sérios riscos de ser mandado para a câmara de gás…]

Outra afirmação é a seguinte: “o capitalismo de estado funciona direito quando dirigido por um estado competente.” A regra vale para tudo na vida, na verdade. Inclusive para o capitalismo de mercado. [Ué, e não é verdade?!] Colapsos gigantescos como de 1929 e 2008 deveriam reforçar a modéstia dos que acreditam na competência instrínseca da iniciativa privada. Nos dois casos ela precisou ser salva pelos recursos do Estado, socializando imensas perdas depois de ter embolsado enormes prejuízos. [Mas, “Paulinho”, o Estado se metendo pra salvar a iniciativa privada não tem nada a ver com a idéia essencial de liberalismo econômico! Agora, quando consideramos que o Estado só existe porque nós, indivíduos livres, concordamos em tolher parte de nossas liberdades naturais para viver em sociedade, e pagamos impostos para permitir que ele funcione, o mínimo a esperar é que algo seja feito para compensar os desastres decorrentes de políticas públicas pretéritas. Sim, afinal a tal crise de 2008 não seria o que foi, se o Estado não tivesse saído por aí dando crédito de forma desregrada; ou fazendo alavancagem com dinheiro irreal; ou brincando de banco imobiliário na base da impressão de moeda.]

A ideia da eficiência natural do mercado esbarra em contradições importantes. [A idéia de eficiência natural do Estado esbarra em fatos históricos.] Os mercados tem uma dificuldade imensa para lidar com a desigualdade social, problema que está na raiz das principais crises econômicas recentes. [Errado! Na raiz das crises recentes está o Estado se metendo e: 1) regulando em excesso aquilo que não deveria regular; 2) fomentando na base da impressão de dinheiro aquilo que não deveria fomentar.] Sem mercados para crescer, a economia cria sistemas de credito para emprestar dinheiro para quem pode consumir mas não tem renda de verdade para pagar a conta, montando uma bola de neve que produziu os derivativos que explodiram em 2008. [Tá tudo quase certo nesse último período. Basta trocar aquele “a economia” por “os governos”. Pronto! A bola de neve não apenas foi criada pelo Estado criando sistemas de crédito para quem podia consumir, mas não tinha renda pra pagar, como também foi atirada montanha abaixo por esse mesmo Estado, na base do “se acabar o dinheiro a gente imprime mais!” Sério, de quem foi a culpa, “Paulinho”?]

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19 ideias sobre “Um fanático anti-mercado.

  1. Marcelo Tskin

    “O nazismo de Adolf Hitler foi um produto direto da obsessão da centro-direita alemã com o mercado e sua recusa para criar medidas para enfrentar o desemprego e a falta de crescimento.”

    Como assim? Esse cara é doido ou só ignorante?

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  2. Victor

    Isso não é uma análise de texto, são comentários passivo-agressivos. Sarcasmo não adiciona nada a uma discussão.

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    1. yashagallazzi Autor do post

      Cara, o texto do P. M. Leite é tão sem fundamento lógico, que debater ele a sério seria loucura. Por isso me limitei a usar um pouco de sarcasmo pra mostrar algumas das atrocidades que ele fez.

      Resposta
  3. Travesseiro

    Primeiramente digo que não tenho como ideário nenhum tipo de Marxismo-leninista-trotskista-maoista-castrista, e tudo que remeta ao atraso do comunismo real. Mas o Paulo está correto ao apontar o exemplo do Nazismo sim. O problema é que os cossacos não entenderam. Vejam, Hittler chegou ao poder através de um setor conservador, chamado ” cultura” que era antípoda da República de Weimar ” ocidentalizada ” com elementos liberais. E que se ajoelhavam todos os dias respeitando as regras de Versalhes, pagando dívida de guerra, bloqueio etc. Com a ” republica ” quem se beneficiava eram burocratas, parte da aristocracia, judeus e a elite burguesa ocidentalizada. Todos esses foram taxados como traidores na primeira guerra mundial. Quem cagava no mato era o povo. Ou seja desemprego, miséria e o povo germânico humilhado. O Paulo q apontar que o capitalismo de estado nazista ocorreu, assim como na Rússia de Lênin e Stalin e ainda de Mussolini. Entendo que essa capa de ferro que envolve o blogueiro e alguns comentadores, impeçam de observar, ou fazem uma análise reducionista da filosofia de Marx. Óbvio que o nazi-fascismo foi inspirado estado totalitário de Lênin, mas tb foi em Bonaparte e Genshis Khan. Contudo, nossos filhos e sobrinhos já sabem que há
    um abismo de distância entre Marx, Lênin, Stalin, Hittler e Mussolini. Creio que não seja necessário eu me aprofundar nas diferenças, qualquer coisa pergunte aos mais jovens. Vale lembrar que Nietzsche era amado por Hittler, mas o primeiro era anti anti-semita e contra outras idéias famosas no séc. XIX entre elas socialismo, liberalismo, anarquismo e até mesmo democratismo. Bom, na década de 30 e assim que o famigerado Hittler chega ao poder, inclusive por eleição direta na república e depois na porrada mesmo, a Alemanha começa a se recuperar economicamente, desrespeita tratados, tanto é o poder da economia estatal que logo se rearmando transformou seu exército como similar ao da Rússia. Quer queira ou não Hittler tocava a gaita e o povo ia hipnotizado no início. Marx apontava a reificação e fetichismo. Lênin/Stalin criaram um estado totalitário ” socialista ” e Hittler um nacionalismo-socialista RACIAL. Assim, houve avanço econômico na Alemanha, mas o anti-semitismo era algo que estava enraizado na cultura germânica desde o início do séc. XIX, e essa limpeza étnica era obsessão do austríaco. E seus maiores inimigos eram os judeus, e os comunistas russos que estavam contaminados por esse bacilo. Se Hittler não houvesse atacado Stalin ” talvez” estivéssemos falando alemão agora. O resto da história creio que os senhores sabem. Obrigado e desculpem os erros é que digitei do meu iPhone. Thank you!

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    1. yashagallazzi Autor do post

      Amigo, eu não fiz uma “análise reducionista” do marxismo. Pelo contrário: sempre tento observar por inteiro as nuances dele. Você falou do amplo apoio popular de Hitler e da proximidade dele com alguns setores conservadores. Isso não exclui hora nenhuma a proximidade ideológica dele com as teses de Marx (lembre-se: foi ELE quem se colocou naquele campo ideológico!). Os judeus, aliás, eram os burguesses de Hitler (ricos, exploradores do povo, concentradores de capital, etc…)! Em outras palavras, eu entendi sua observação quando à especificidade do nazismo no que concerne ao componente racial. Mas isso não pode excluir todo o resto, ora. Ou o fato de ter recebido apoio “conservador” significa que Hitler abriu a economia e liberalizou o mercado? Bem, não foi assim, não é mesmo?

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  4. Lucho

    Ele não anda escrevendo coisa com coisa ou ele tão somente está escrevendo textos com a qual você discorda?

    Pelo que eu li do seu texto, está mais me parecendo a segunda alternativa.

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    1. Thiago - RJ

      Nem um nem outro; em verdade, ambos.

      O Yashá discorda das premissas e das conclusões. E analisa o texto mostrando todas as incongruências lógicas e inverdades factuais expostas pelo autor. Mostra, ainda, quais são as escolhas ideológicas feitas pelo texto, que são dadas de barato, como se fossem um dado da realidade. Escolhas que não são nunca mostradas ou explicitadas, apenas entrevistas, vislumbradas, percebidas pelo olhar treinado de quem conhece essa ideologia escolhida.

      Ademais, só a demonstração de que os nexos de causalidade, os silogismos e as correlações entre fatos e conclusões não fecham – muitas vezes, porque os supostos fatos sequer são fatos de verdade – já é suficiente para deixar claro que… Paulinho nãoanda escrevendo coisa com coisa.

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    2. yashagallazzi Autor do post

      Lucho, eu DISCORDO do que ele escreveu (e isso, parece-me, ficou bem claro). Além disso, o cara não ecreve coisa com coisa.

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  5. Adriano

    Não anda escrevendo coisa com coisa mesmo. Liberalismo é ciência econômica, não ideologia. Ao contrário das alternativas a ele.

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  6. Porta Torta

    Paulo Moreira Leite até que escrevia bem e de forma fluente em seu blog no Estadão, `as vezes no estilo cuspo no prato que eu como, mas respaldado lá pela rotineira liberdade de expressão da casa. Espirraram ele de lá? Não sei…o fato é que a grande mídia sempre encontra algum lugar para ele fazer o contraponto do contraponto…como em recente programa com Marília Gabriela (nem sei se aquele Roda Viva repaginado continua na grade de programação…)
    Para não dizer que ele é um idiota útil, prefiro pensar que ele é só mais um inocente útil joystickzado pela ideologia esquerdóide dominante capitaneada pelo PT. Como costuma falar o Olavo de Carvalho, o dito-cujo é mais conhecido nas redações como Paulo MoLEIRA Libelu Leite, parecendo que parou de se articular com o mínimo de racionalidade após algum impacto contundente na cachola….
    Não esquecendo o foco do texto: concordo com o Yasha em quase tudo de seu meta-debate entre escrita normal e negrito: praticamente ele se consagra como um autêntico seguidor dos magistrais vermelhos e azuis do mestre Reinaldo Azevedo.
    Mas, uma preocupação genuína tomou minha alma: mesmo que em caráter crítico histórico-econômico, há comentaristas inteligentes e sagazes que por estudada malícia ou infame falsa isenção racial conseguem achar justificativas amorais para a demência absolutista do Terceiro Reich Hitlerista. Penso que o mundo vive melhor sem o triunfo de seu utópico estado Total. E, contrariando a afirmação de alguns comentaristas, todas as pessoas que prezam a alta educação podem continuar a estudar e falar Alemão sem nenhuma vinculação ideológica a não ser a busca de mais sabedoria e o domínio de outras opções de idiomas além dos pátrios, comerciais ou diplomáticos. Por enquanto…

    Sds,

    Porta Torta

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    1. yashagallazzi Autor do post

      Acho bacana o lance do “vermelho-e-azul” do Reinaldo, mas é importante deixar registrado que esse estilo de debate não foi inaugurado por ele. Merquiro e Paulo Francis já mandavam ver nisso, antes.

      Resposta
      1. Thiago - RJ

        Particularmente, acho esse método excelente. Quando o discurso é grande e complexo, para comentar/refutar todos os pontos é preciso ser sistemático e organizado, se não fica uma zona. Sendo que, ao se destacar frases ou parágrafos, deve-se sempre ter em mente o texto inteiro, indiviso, apesar do comentário/refutação ser direcionado àquele trecho específico.

        Além do Reinaldo, quem faz isso (especialmente nos comentários) é o Lucioano Ayan. Aliás, Yashá, deixo a sugestão, se é que você já não conhece:

        http://lucianoayan.com/

        PS: se economia não é ciência, acho que nenhum ciência social aplicada pode ser.

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  7. rafapensadorlima@yahoo.com.br

    Ínclito blogueiro, ao ler sua resposta, ficou claro para mim que não entendestes minhas palavras, e as do autor do texto em questão, quando lucidamente relaciona o nazismo com capitalismo de estado. Justamente os dois conceitos que o amigo não pegou o fio da meada. Na minha resposta estão todos os elementos. Sua resposta está tautológica. Mas tudo bem! Até a próxima!

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  8. Pé Rachado

    INTERESSANTÍSSIMO QUE GENTE DE DIREITA SE RESSENTE POR NÃO EXISTIR MAIS O COMUNISMO. VEJA QUE EM 1970, MATAVA-SE QUEM NÃO TINHA MILITÂNCIA CLANDESTINA NENHUMA. VEJA, SEMPRE QUANDO ESCUTAS ALGUÉM, AINDA HOJE, COMEÇAR A FALAR CONTRA O COMUNISMO COMO SE FOSSE UMA AMEAÇA REAL, PREPARE-SE, ESSA PESSOA ESTÁ INVENTANDO MESMO, COMO JÁ INVENTAVA NOS 7O. E ESSA INVENÇÃO TEM OBJETIVOS BEM SUJOS.

    Resposta

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