E o Oscar do contorcionismo retórico vai para…

…ELIAS CÂNDIDO!

Não, eu também não faço a menor idéia de quem seja o sujeito. Mas o prêmio não pode ter outro vencedor depois da ~brilhante~ entrevista que ele concedeu a Luiz Carlos Azenha acerca do episódio “PHA e o negro de alma branca”. Notem em especial os trechos em negrito:

Viomundo – Chamar alguém de “negro de alma branca” seria xingamento?

Elias Cândido –Seria um xingo. Seria exatamente aquela pessoa que, por querer ser aceito por aqueles que não a aceitam, se submete a humilhações em vez de buscar o seu espaço. Assim, do ponto de vista racista, equivaleria a um xingo.

Viomundo – Paulo Henrique se referiu ao Heraldo Pereira como um “negro de alma branca”. Essa menção seria racismo?

Elias Cândido — Não seria racismo, não. Quando o Paulo Henrique usa a expressão “negro de alma branca” não é para ofender a população etnicamente negra.  A intenção dele é chamar atenção para o comportamento do Heraldo Pereira, que é o comportamento daquele negro aculturado, que se submete a determinadas coisas, que se submete, por exemplo, às determinações da Rede Globo.  E a instituição Globo, eu diria, tem um comportamento racista.

Xeu vê se entendi: então chamar alguém de “negro de alma branca” seria um – como é mesmo? – xingo, exceto se o autor da frase for Paulo Henrique Amorim? Não… Definitivamente eu não consigo entender…

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