Segundo a PF, assessor da Presidência era lobista de esquema que ‘lavou’ R$ 300 mi.

A gerentona™ é fera no quesito indicar assessor, heim?

Impressionante como o governo do PT está sempre cercado de gente com um certo – como direi? – fetiche pela criminalidade, não é mesmo? Vejam abaixo trechos de uma matéria publicada no Estadão (íntegra aqui):

A Polícia Federal acusa um assessor da ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti (PT-SC), de envolvimento com a quadrilha suspeita de pagar propina a prefeitos para direcionar investimentos de fundos de pensão municipais. Relatório de inteligência da Operação Miqueias, ao qual o Estado teve acesso, diz que Idaílson José Vilas Boas Macedo atuava como lobista do esquema, tendo feito negociações dentro do Palácio do Planalto.

Ele é filiado desde 1999 ao PT de Goiás e foi nomeado em 25 de março do ano passado, com salário bruto de R$ 9,6 mil, assessor especial na Secretaria das Relações Institucionais (SRI), pasta vinculada à Presidência da República. A nomeação foi assinada pela ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann (PT-PR) – o preenchimento dos cargos de confiança mais altos precisam do aval dela.

(…) A PF pediu a prisão do assessor de Ideli, além do bloqueio de suas contas bancárias e de buscas em sua casa. O pedido de prisão foi negado pela Justiça. Ele é acusado de tráfico de influência e formação de quadrilha.

(…) Para a PF, que flagrou transações de Idaílson em grampos, há uma “intrínseca” relação entre ele e a organização criminosa. (…)

O inquérito diz ainda que o aliciador se apresentava como integrante da Casa Civil, supostamente a pedido do assessor palaciano. “Os diálogos interceptados não deixam dúvidas de que Idaílson atuava em favor da organização criminosa em comento, intermediando encontros entre prefeitos – especialmente dos municípios de Pires do Rio e Itaberaí, ambos localizados no estado de Goiás -, e a organização criminosa em comento”, sustenta a PF.

Com trânsito no Planalto, Idaílson integrou comitiva da presidente Dilma Rousseff em viagem a Salvador, neste ano, segundo o inquérito.

O tino de Dilma (aquela que Lula e João Santana apresentaram ao Brasil como sendo de “enorme competência”) pra se cercar de assessores propensos a dar um bypass na lei a gente conhece desde a indicação de Erenice Guerra.

Como disse certa vez Diogo Mainardi: em qualquer escândalo de corrupção, o truque é procurar o petista envolvido. Ele sempre está lá, em algum lugar.

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