Caso Pasadena desnuda a fraude que Dilma sempre foi

Lembram da Dilma apresentada por Lula ao país como uma “gerentona eficiente”? Lembram que ela, no horário eleitoral, prometeu jamais vender a Pretrobrás? Pois é, antes tivesse vendido…

A tão propalada eficiência gerencial de Dilma nunca existiu e isso ficou mais uma vez escancarado para todo o país no caso do escândalo de Pasadena. A macaquice gerencial de Dilma permitiu que a Petrobrás (isto é, o patrimônio do país) tivesse um prejuízo de mais de um bilhão de reais. E tudo por quê? Porque Dilma chancelou a compra de uma refinaria que não passava de… sucata!

Ao melhor estilo Lula, a presidente divulgou nota jogando a culpa nos outros (lembram do ex-presidente se dizendo “traído” por conta do mensalão?) e garantiu que, se tivesse recebido todas as informações relativas ao caso, não teria concordado com a compra.

Essa versão, porém, de tão ridícula, foi rapidamente desmentida por dirigentes do Conselho de Administração da Petrobrás, órgão do qual – atenção agora! – Dilma é chefe. Vejam:

Dirigentes da Petrobrás afirmam que, como presidente do Conselho de Administração da estatal, Dilma Rousseff tinha acesso a todos os documentos produzidos sobre a refinaria de Pasadena, incluindo pareceres jurídicos, antes de dar seu voto pela aprovação da polêmica compra da planta no Texas, EUA.

O negócio de Pasadena é investigado pela Polícia Federal, Ministério Público, Tribunal de Contas da União e uma comissão externa da Câmara por suspeita de superfaturamento e evasão de divisas. A oposição a Dilma no Congresso tenta também aprovar uma CPI sobre o caso.

(…) Um terceiro diretor, hoje político, também sustenta a disponibilidade de informações a quem está no conselho. “Acho pouco provável que algum processo chegue ao conselho (de administração da Petrobrás) sem estar devidamente instruído para liberação dos diretores e conselheiros”, afirmou o senador Delcídio Amaral (PT-MS), que comandou a área de Gás e Energia da Petrobrás e é apontado como um dos padrinhos de Nestor Cerveró na estatal. Cerveró comandava a Área Internacional da Petrobrás em 2006 e foi responsável pelo “resumo técnico” enviado ao conselho naquele ano para que a compra da refinaria de Pasadena fosse aprovada ou não. [Íntegra aqui]

Um ministro do Tribunal de Contas da União vai na mesma esteira e confirma que é absolutamente irreal essa versão apresentada por Dilma, de que não teria conhecimento das informações sobre a refinaria de Pasadena:

O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) José Jorge afirmou nesta quinta-feira (20) ao G1 que o Conselho de Administração da Petrobras tinha acesso a informações completas antes de decidir sobre a compra da refinaria de Pasadena, nos EUA.

(…) José Jorge é o relator do processo sobre a compra da refinaria no TCU, tribunal de fiscalização do gasto público federal. Questionado se, antes de decidir, a presidente teria lido apenas um resumo das informações, em vez do relatório completo, José Jorge respondeu que “aparentemente sim”. “As informações estavam lá”, sustentou. [Íntegra aqui]

Então alguém mais cético pode questionar: “Mas como isso atinge Dilma? Lula, por exemplo, sempre se safou de todos os escândalos.” No caso da refinaria de Pasadena é preciso ter em mente que (1) Dilma não é Lula. Parece óbvio, mas lembrar isso faz toda a diferença. E, ainda, (2) cumpre observar que ela diretamente esteve envolvida na execução do negócio. Em outras palavras: sem o aval de Dilma, o prejuízo de mais de um bilhão de rais não teria acontecido. A culpa, nesse caso, é diretamente dela!

Com isso em mente, vejamos uma outra notícia que, a princípio, pode passar batida no meio dos escândalos:

A Polícia Federal prendeu na manhã desta quinta-feira, no âmbito da operação Lava Jato, o ex-diretor de Refino e Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa. De acordo com policiais, Costa foi preso após familiares terem tentado destruir provas e documentos na consultoria aberta por ele cinco meses após deixar a Petrobras. Costa também é investigado pelo Ministério Público Federal (MPF) no Estado do Rio de Janeiro por irregularidades na compra da refinaria de Pasadena, no Texas, pela estatal brasileira.

(…) Na Operação Lava Jato, a Polícia Federal descobriu que Paulo Roberto Costa ganhou um carro de presente do doleiro Alberto Youssef, o principal personagem do esquema de lavagem de dinheiro que movimentou cerca de 10 bilhões de reais. Na casa do ex-diretor da Petrobras foram apreendidos 700.000 reais e 200.000 dólares em espécie[Íntegra aqui]

Então temos que um dos homens fortes da Petrobrás na época em que Dilma esteve à frente do Conselho de Administração da empresa foi preso porque tentava destruir provas! E a polícia encontrou na casa dele setecentos mil reais e duzentos mil dólares em dinheiro! Repise-se: o sujeito foi um dos principais nomes da Petrobrás.

Diante de tanta bandalheira e tanta incompetência, não é de estranhar que o mercado financeiro fique animado com simples boatos de que a vantagem de Dilma sobre os candidatos da oposição diminuiu, numa pesquisa eleitoral.

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