Dilma transforma a Petrobrás em caso de polícia e aniquila seu mentiroso discurso eleitoral.

A Petrobrás tinha todas as condições de ser um caso de retumbante sucesso empresarial. Sob a gerência de Dilma – primeiro ministra de minas e energia e, depois, presidente da República – se tornou caso de polícia.

Hoje, em uma gigantesca operação contra a lavagem de dinheiro, a Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão na sede da Petrobrás. Há notícias de que esteve até mesmo na sala da presidência da empresa. O mais trágico desse episódio é ver o patrimônio público escorrendo pelo ralo, vítima de um esquema criminoso por meio do qual o governo do PT tentou, uma vez mais, subjugar o Estado de Direito e as instituições republicanas. O cômico do episódio é ver que o colapso da Petrobrás, provocado pelo PT, terminou por aniquilar o discurso mentiroso que o PT sempre adotou em campanhas eleitorais:

Menos de 24 horas depois de o Partido dos Trabalhadores divulgar uma nota “em defesa da Petrobras”, agentes da Polícia Federal realizaram uma batida de busca e apreensão na sede da estatal, no Rio. Uma coisa não orna com a outra. Ou o PT perdeu o nexo ou a PF enlouqueceu.

O PT escreveu em sua nota: “A ofensiva da oposição, que se voltou contra o sistema de partilha e o pré-sal, tem um único objetivo: fazer prevalecer interesses privados numa empresa que é acima de tudo patrimônio do povo brasileiro.” Dois raciocínios, ambos errados.

Primeiro erro: quem faz a ofensiva não é a oposição, mas a PF, uma corporação chefiada pelo ministro petista José Eduardo Cardozo. Segundo equívoco: a incursão visa resgatar o patrimônio do povo brasileiro, momentaneamente sequestrados pelos interesses patrimonialistas do petismo e de seus aliados.

A nota do PT acrescentou que a Petrobras “está sendo atacada pelos mesmos que no passado tentaram mudar seu nome para Petrobrax e tentaram privatizá-la.” Afirma, por fim, que o PT assume a defesa incondicional da Petrobras e adverte que quem agride a Petrobras agride o Brasil.” De novo: duas teses, dois erros.

Primeiro erro: o ataque à Petrobras veio de Dilma Rousseff, não da oposição. Foi a presidente da República quem disse que, se não tivesse sido induzida a erro pelo parecer de um ex-diretor indicado pelo PT e endossado pelo PMDB, não teria avalizado o prejuízo de mais de US$ 1 bilhão que a Petrobras arrostou na compra da refinaria de Pasadena. De resto, quem deu voz de prisão a outro ex-diretor -patrocinado por PT, PMDB e PP- não foi o PSDB.

Segundo equívoco: um partido que aparelha politicamente a maior estatal brasileira e se acha no direito de fazer pose de defensor “incondicional” do conglomerado não agride apenas o Brasil, mas a lógica. É como se uma freira administrasse o bordel e recitasse as sagradas escrituras todo final de noite, ao fechar a caixa registradora.

O PT ainda não se deu conta, mas o feitiço utilizado contra os adversários em eleições passadas virou-se contra o feiticeiro. Quem com Petrobras feriu, com Petrobras será ferido. [Íntegra aqui]

Dilma não é só um poste, inventado por Lula para ganhar uma eleição. Ela é o maior case de fracasso gerencial da política brasileira!

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2 ideias sobre “Dilma transforma a Petrobrás em caso de polícia e aniquila seu mentiroso discurso eleitoral.

  1. francisco ramos

    Que vontade traidora de entregar nossa exitosa empresa para os estrangeiros. Dá nojo !

    Resposta

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