PT apela pra campanha do medo, na tentativa desesperada de deter a derrocada de Dilma.

Hoje o PT levará à TV um comercial de um minuto em que apela abertamente pro medo e pro terrorismo eleitoral. Mas, por favor: não se deixem levar pelo que eu acho! Vejam por vocês mesmos, lá no blog do Josias, o grau de desespero que tomou conta da campanha petista.

Desespero, eu disse. Porque não há outro nome pra algo assim. A candidata que alegadamente “lidera todas as pesquisas”“vence em primeiro turno em todos os cenários” simplesmente desistiu de falar sobre propostas para o futuro: Dilma e o PT querem apenas ameaçar os eleitores. Isso não condiz com uma campanha de liderança folgada e tranquila, estejam certos.

Há, de fato, dois sentimentos de medo no Brasil hoje. Um assombra a população e é resultado de mais de uma década desastrosa de governos do PT. As pesquisas mostram que a descrença dos cidadãos é enorme e há insegurança e medo quanto ao futuro, quanto à estabilidade econômica, quanto ao controle da inflação… O outro medo é aquele que assombra o Palácio do Planalto e os petistas: medo da derrota nas urnas! E esse medo deles também tem razão de ser, afinal Dilma vem caindo e Aécio crescendo nas pesquisas, mostrando que o sentimento predominante é de mudança.

O PT, vocês devem lembrar, era o partido do “sem medo de ser feliz”. O partido da “esperança que vai vencer o medo”. Agora, diante da ameaça real de se ver apeado do poder, virou o partido do terrorismo, que tenta apelar para um sentimento baixo de divisão nacional. A estratégia que restou ao PT é tentar jogar brasileiro contra brasileiro, criando uma falsa disputa social que nos diminui a todos como cidadãos. A resposta a mais essa baixaria petista será firme e decidida nas urnas, porque o Brasil é um só! E esse Brasil cansou de ser tratado como eleitor de cabresto pelo PT.

Por fim, quero deixar com vocês uma declaração emocionante da atriz Paloma Duarte, sobre política do medo em época de campanha eleitoral:

Um candidato que precisa aterrorizar a população brasileira em vez de se calcar nas próprias virtudes para tentar se eleger não merece o meu respeito, não merece minha confiança e, no meu entender, não mereceria jamais ser presidente da República.

Paloma disse essas palavras na campanha de 2002, no programa do então candidato Lula. Fica o registro histórico de como o PT atirou na lata do lixo todo tipo de esperança que nele foi depositada ao longo dos anos.

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