93% estão insatisfeitos com a saúde no país. Há solução? Sim, há!

Veja traz uma matéria estarrecedora: nada menos que 93% dos brasileiros se diz insatisfeito com a saúde no país. Abaixo alguns trechos:

Um estudo divulgado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) nesta terça-feira mostra que 93% dos eleitores brasileiros consideram o serviço de saúde do país, tanto público quanto privado, como péssimo, ruim ou regular. Entre os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), a taxa de insatisfação é de 87%.

Uma das principais queixas em relação ao SUS é o tempo que leva para o usuário ser atendido. Segundo o estudo, 30% dos entrevistados estão na fila de espera da rede pública de saúde ou possuem algum familiar nessa situação. Das pessoas que aguardam atendimento, 29% esperam há pelo menos seis meses, sendo que metade delas está na fila há mais de um ano. Apenas 20% afirmam ter conseguido o serviço em menos de um mês após o pedido de consulta, exame ou cirurgia.

“Essa sobrecarga no atendimento de urgência e emergência acentua a visão negativa sobre o SUS e demonstra a total falta de gestão e regulação do sistema. É ali que, diariamente, pacientes e médicos e outros profissionais de saúde constatam o abandono deste serviço público que, para muitos, é a única alternativa”, afirma Roberto d’Avila, presidente do CFM.

Outro alvo de insatisfação dos usuários do SUS é o atendimento de urgência e emergência. Sete em cada dez pessoas que buscaram esses serviços nos últimos dois anos os avaliaram como péssimo, ruim ou regular. Por outro lado, os brasileiros consideram que é fácil conseguir serviços como a distribuição de remédios gratuitos e atendimento em postos de saúde. 

Ainda de acordo com o levantamento, mais da metade dos brasileiros (57%) considera que a saúde deveria ser tema prioritário nas ações do governo federal. Outras áreas apontadas como prioritárias por boa parte dos eleitores são educação (18%), combate à corrupção (8%), segurança (7%) e desemprego (4%).

Os principais problemas identificados pelas pessoas ouvidas, percebam, seriam facilmente resolvidos com algumas mudanças na gestão da saúde pública. Ficar meses e anos em uma fila de atendimento, por exemplo, é a prova definitiva de que esses doze anos de governo PT nada conseguiram no sentido de melhorar, de forma concreta, as deficiências do SUS. É preciso tomar como referência exemplos de sucesso, medidas de gestão testadas e aprovadas. Como aquelas que fizeram da saúde pública de Minas Gerais uma das melhores do país:

Investimento e planejamento fizeram com que a saúde mineira se destacasse no cenário nacional nos últimos 12 anos. Com recursos ampliados em 294% de 2003 a 2012, o Estado passou por uma grande transformação a partir de um modelo inovador de gestão adotado no governo Aécio Neves. Os investimentos levaram Minas a alcançar os melhores indicadores em saúde pública na região Sudeste e estado tem hoje a quarta melhor saúde do país. Os dados são do Índice de Desempenho do SUS (Idsus 2012), do governo federal, utilizado para medir a qualidade e o acesso aos serviços do setor.

A liderança é resultado de uma série de medidas adotadas que abrangem a construção de redes de saúde nos três níveis de atendimento – primário (básico), secundário (média complexidade) e alta complexidade, destinadas a garantir à população o acesso ao atendimento em locais próximos às suas moradias.

A base do projeto de saúde do governo Aécio Neves foi uma concepção inovadora no Brasil e na América Latina ao definir as redes prioritárias na atenção à mulher e à criança, com a implantação da Rede Viva Vida; na atenção às Urgências e Emergências; na Rede Hiperdia com o foco nas doenças crônicas, cardiovasculares, renal e diabetes; e na rede Mais Vida voltada para as pessoas idosas.

Estudos nacionais e internacionais demonstram que os países que dispõe de bom sistema de saúde, são os que organizaram sua atenção primária.

Uma das fortalezas do sistema de saúde mineiro no governo Aécio Neves foi compreender isso ao criar o programa Saúde em Casa, em 2005. A partir daí, houve um forte investimento na atenção primária à saúde. No início do governo eram duas mil equipes do Programa Saúde da Família e, hoje, chegamos a mais de 4.500 equipes, além de fortalecer a infraestrutura do programa com a construção de mais de duas mil Unidades Básicas com recursos estaduais.

Entre 2003 e 2013, a mortalidade infantil reduziu em 30% com a criação de programas como o Viva Vida e o Mães de Minas que propiciou investimentos do governo estadual para equipar maternidades, eliminar o déficit de leitos de UTI neonatais e construir 28 Centros Viva Vida.

Como se vê, não há segredo nem mágica. É até bastante simples: gastar menos com a política e a manutenção da burocracia estatal e mais com as pessoas. Basta entregar na mão de quem sabe fazer, porque já fez com sucesso antes.

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