Decálogo do blog

1. Todos são livres para comentar os textos publicados neste blog, desde que se portem com o necessário decoro. Não serão aceitos comentários contendo palavras de baixo calão, injúrias, calúnias e difamações. Isso quer dizer basicamente o seguinte: quando quiserem chamar alguém de “assassino”, “terrorista”, “ladrão”, ou qualquer coisa do gênero, espero que tenham provas de suas acusações (a menos, é claro, que seja algo público e notório, que faça parte do senso comum). Se escreveram apenas “no calor do momento”, aconselho que esfriem a cabeça e comecem de novo, ok?

2. Discordem de mim o quanto quiserem! O histórico do blog está aí para provar: publico todas as discordâncias, desde que civilizadas. Se você não se satisfaz em criticar objetivamente meus argumentos, mas quer também me ofender, trate de criar um blog para você. Convenhamos: não tenho por que tolerar ataques pessoais dentro do meu blog, não é mesmo? Ele é a “minha casa” na internet.

3. A principal bandeira deste blog é a defesa radical do sistema de liberdades individuais, sobre o qual se erigiu a civilização ocidental. Se você quer elogiar a “diversidade cultural” que permite estupros coletivos no Congo, o apedrejamento de mulheres no Irã, ou o sacrifício de crianças deficientes em sei lá qual tribo indígena americana, seu lugar não é aqui. Isso é sério! E não adianta cobrar “liberdade de expressão”, porque as garantias democráticas não devem servir de escada para os que pretendem investir contra a democracia.

4. O fato deste blog ser meu não significa lá muita coisa. Mas significa que escrevo sobre o que quero, quando quero e como quero. Se você adora blogs só sobre política e acha “perda de tempo” falar de outra coisa, há milhões de endereços na web para satisfazê-lo. Não perca seu nosso tempo me criticando por isso.

5. Em época de eleição, é natural que eu fale um pouco mais sobre política. E é bastante possível que eu tenha “um lado”. A maioria de nós sempre tem. Nem se dê ao trabalho de vir me cobrar “imparcialidade”, ok? É possível ser sério mesmo fazendo escolhas claras e transparentes. Aliás, essa é a única forma de ser sério e honesto com os leitores. Da mesma forma, não desperdice tempo tentando me convencer que o seu candidato é melhor que o meu. Na boa, isso não tem como ser produtivo…

6. Aprenda a ativar o sarcasmo e a ironia sempre que estiver aqui no blog. É muito comum que eu escreva recorrendo a eles, e é triste – e um tanto embaraçoso – ter de explicar quando algo foi escrito a sério, e quando não.

7. Se você é desses que adora repetir o “mimimi, vou te processar”, procure, antes de mais nada, estudar um pouco pressupostos processuais e condições da ação. Isso fará você entender que ter uma opinião diferente não é o bastante para acionar o judiciário contra alguém. Se, ainda assim, você achar que eu mereço “os rigores da lei” por algo que escrevi aqui, be my guest! Sério, se você tem um caso nas mãos, corra atrás. Se não tem, shut the fuck up!

7.1. Fica eleito o Poder Judiciário de HONG KONG como único apto a dirimir eventuais controvérsias que surjam em decorrência do que for escrito neste blog.

8. Tente não recorrer ao famoso “quem você pensa que é pra escrever isso?!”. Além de inútil, é ridículo. Eu não preciso pensar que sou nada para escrever o que quer que seja. Eu só preciso… escrever!

9. Procure rebater fatos com outros fatos. Não basta você falar que é mentira algo escrito por mim. É melhor e mais proveitoso você apontar objetivamente onde está a tal mentira.

10. Por fim, saiba escolher bem as palavras, atentando para a frase a seguir, dita por Paul Krugman: “Get your insults right. There is, I believe, a fair bit of evidence against the hypothesis that I’m stupid. What you mean to say is that I’m evil.”

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P.S.: O rol acima não estabelece um numerus clausus e pode ser alterado a qualquer momento.

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